
Navegação
A Assessoria de Assistência aos Órgãos Colegiados (AAOC), foi criada originalmente com o nome de Coordenadoria de Apoio aos Órgãos Colegiados (CAOC), conforme Art. 2º, inciso ll, da Lei Municipal N. 2.951, de 27 de janeiro de 1993, publicada no “Diário Oficial” do Estado de Mato Grosso do Sul N. 3.472, de 28 de janeiro de 1993, nas páginas 67 e 68. É vinculada à Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais (SEGOV.
A AAOC tem por objetivo o acolhimento, o encaminhamento e busca de soluções para as questões relacionadas com as atividades dos níveis de atuação auxiliar, objetivando as condições favoráveis aos órgãos colegiados no desempenho de suas responsabilidades.
Acompanhe as Legislações relacionadas
Veja a Lei de Criação da Assessoria de Assistência aos Órgãos Colegiados e a Legislação que está vigente atualmente.

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência em Campo Grande em decorrência do vendaval que atingiu a Capital na última quinta-feira (10). A portaria com o reconhecimento foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial da União, após a agenda da prefeita Adriane Lopes, realizada na terça-feira (15), em Brasília. Durante a reunião com o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães, a prefeita apresentou o relatório da Defesa Civil com o levantamento dos impactos provocados pelo temporal e as principais demandas para o restabelecimento da cidade. A estimativa preliminar dos danos apresentada pelo Município é de R$ 40 milhões. “Esse reconhecimento é resultado de uma articulação importante para Campo Grande. Fomos a Brasília para apresentar de forma concreta os impactos causados pelo vendaval e buscar o apoio necessário para que a cidade possa avançar na recuperação das áreas atingidas. Seguimos trabalhando para restabelecer os serviços, recuperar a infraestrutura e garantir que Campo Grande esteja preparada para enfrentar novos eventos climáticos”, afirmou a prefeita Adriane Lopes. Com o reconhecimento federal, Campo Grande poderá avançar na solicitação de recursos junto à União para ações emergenciais e de recuperação das áreas atingidas. A medida representa mais uma etapa da articulação realizada pelo Município para recompor a infraestrutura e os serviços afetados pelo vendaval. #ParaTodosVerem: A imagem de capa mostra a prefeita reunida com o Ministro José Guimarães junto a comitiva que saiu da Capital/ Foto:Divulgação

A Defesa Civil de Campo Grande emitiu Alerta Amarelo para risco de tempestade, com base em informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso começa às 23h desta quinta-feira (17) e permanece válido até as 22h59 de sexta-feira (18). De acordo com o alerta, são esperados volumes de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros ao longo do dia, acompanhados de ventos intensos. Entre os possíveis impactos estão baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos e árvores, alagamentos e descargas elétricas. A Defesa Civil orienta a população a redobrar a atenção durante o período de instabilidade e evitar situações de exposição a riscos, especialmente durante a ocorrência de raios, ventos fortes e alagamentos. Em caso de necessidade, a população pode acionar os serviços pelos seguintes números: 156 – Solicitação de serviços; 193 – Em caso de risco elétrico; 199 – Defesa Civil. A recomendação é que os moradores acompanhem as atualizações dos órgãos oficiais e adotem medidas de segurança durante a vigência do alerta

Nesta quarta-feira (16), Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, o Fundo de Apoio à Comunidade (FAC) reforça a importância de atitudes que contribuem para a proteção do meio ambiente. Entre as iniciativas desenvolvidas pela instituição está o trabalho realizado na Unidade Técnica de Agricultura Urbana (UTA), que mantém uma horta com produção de alimentos e adubo agroecológico. “Cada ação particular que a gente toma, preocupado com o planeta, vai se multiplicando no objetivo de proteger o meio ambiente e a vida global”, destaca a presidente do FAC, Adir Diniz. Na UTA são cultivadas diversas hortaliças, legumes e frutas, que são destinados ao atendimento emergencial de pessoas em situação de vulnerabilidade social. O espaço também produz adubo agroecológico por meio da compostagem, técnica que reduz a necessidade de fertilizantes químicos, melhora a qualidade do solo e contribui para a conscientização ambiental. O processo de compostagem leva cerca de quatro meses e produz, em média, 40 toneladas de adubo agroecológico. Além de reaproveitar resíduos orgânicos, a técnica contribui para reduzir a emissão de metano (CH₄), um dos gases de efeito estufa que contribuem para as mudanças climáticas. Atitudes que fazem a diferença A preservação da camada de ozônio também depende de cuidados que podem ser adotados no dia a dia. Entre eles está evitar produtos aerossóis que utilizem substâncias prejudiciais à camada de ozônio e realizar o descarte correto de eletrodomésticos, como geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado. Esses equipamentos podem conter gases refrigerantes que, se liberados de forma inadequada, contribuem para a degradação da camada de ozônio. Por isso, a manutenção preventiva também é importante para identificar e evitar possíveis vazamentos. Outra medida é buscar pontos adequados para o descarte de resíduos e apoiar iniciativas e políticas públicas voltadas à preservação ambiental. Um dos principais acordos internacionais relacionados ao tema é o Protocolo de Montreal, que estabelece medidas para controlar e eliminar substâncias prejudiciais à camada de ozônio. Celebrada em 16 de setembro, a data foi instituída em 1994 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e busca ampliar a conscientização sobre a importância da proteção da camada de ozônio para o equilíbrio ambiental e a vida no planeta.