O que você procura?

IPTU 2026

A cidade evolui. E a gente mostra por aqui.

Siga nossas Redes sociais
/ @PrefCG
prefcg
A PrefCG mantém mais de 35 equipes mobilizadas para atender as ocorrências após as fortes chuvas que atingiram a Capital na última semana. E…

prefcg A PrefCG mantém mais de 35 equipes mobilizadas para atender as ocorrências após as fortes chuvas que atingiram a Capital na última semana. Entre os serviços estão manutenção semafórica, remoção de árv…

há 11 horas

PrefCG NOTÍCIAS

Força Tarefa de Atendimento Emergencial mobiliza mais de 35 equipes em Campo Grande

A Prefeitura de Campo Grande mantém mais de 35 equipes mobilizadas nas sete regiões da capital nesta segunda (14) com o objetivo de reparar os estragos provocados pelo temporal da última semana. Desde o início das chuvas, o município registrou 450 ocorrências. Desse total, 423  pedidos envolveram quedas de árvores ou de galhos. A região central concentrou o maior volume de estragos, com mais de 120 chamados.   A prefeita Adriane Lopes detalhou o esforço contínuo da gestão municipal e definiu as prioridades para restabelecer a normalidade na Capital. “Desde quinta-feira, nossas equipes estão nas ruas trabalhando de forma ininterrupta para minimizar os impactos causados pelas chuvas. Foram centenas de árvores caídas, e nossa prioridade, desde o primeiro momento, foi desobstruir as vias, garantir a segurança da população e restabelecer a normalidade na cidade”, comenta.    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), desde a quinta-feira (10) o acumulado de chuvas ultrapassou os 102 milímetros, quase 40% acima da média histórica registrada para Setembro.   “O trabalho continua e ainda temos muitos pontos que precisam de atenção. O apoio do Governo do Estado foi fundamental, somando esforços com o município e colocando equipes e estrutura à disposição para que pudéssemos avançar mais rapidamente no atendimento às regiões afetadas”, destacou a Prefeita.    Força Tarefa mobiliza secretarias para conter danos de temporal  Uma Força Tarefa de Atendimento Emergencial foi montada ainda na semana passada para conter os danos registrados na cidade. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) estruturou 13 equipes com foco em corte de árvores, recolhimento de entulhos e desobstrução de bueiros, além da Defesa Civil atuando simultaneamente.  A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), também precisou intervir com desvios de rota, auxílio aos condutores e reparo de 213 semáforos.  Sete grupos atuam no  conserto dos equipamentos semafóricos, além do efetivo da Guarda Civil Metropolitana na ordenação do fluxo de veículos.   Cavalete da Agetran interditando rua, restos de uma árvore que havia tombado e máquinas trabalhando ao fundo (Foto: Roberto Ajala) A Agência Municipal de Habitação (Emha) concluiu 118 ações emergenciais. Moradores das comunidades Nova Esperança, Jardim Seminário e Moreninhas precisaram de lonas em residências que sofreram destelhamentos durante as precipitações.   Na área de assistência, todos os 26 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) mantêm as portas abertas para acolhimento da população. Nas unidades Rosa Adri, Vila Gaúcha, Indubrasil e Noroeste profissionais entregam cestas básicas, cobertores e colchões.  A ação também conta com parceria Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual e da Secretaria de Obras, além das concessionárias Energisa e Águas Guariroba atuando dentro de suas respectivas áreas de responsabilidade.   O fornecimento de energia elétrica atingiu 99,9% de normalidade, segundo boletim da Energisa. Mais de 800 profissionais trabalham na solução de casos isolados. O morador afetado pode acionar a concessionária pelo número 0800 722 7272.  O cidadão que necessitar de atendimento, deve ligar nos números 153 da GCM; 156 do Fala Campo Grande ou 199 da Defesa civil para solicitar reparos urbanos. As linhas centralizam as necessidades de sinalização e os pedidos de ajuda estrutural nos bairros. Vale lembrar ainda, que em casos de queda de árvores energizadas o morador não se aproxime.  Equipes da Sisep desentupindo bueiros (Foto: Roberto Ajala) #PraTodosVerem: A imagem em destaque mostra a Prefeita Adriane Lopes de costas observando equipes trabalhando na remoção da árvore

14/09/2026 às 14:57
PrefCG reúne secretarias e órgãos para reforçar prevenção de impactos do El Niño

A Prefeitura de Campo Grande reuniu, nesta segunda-feira (14), secretarias municipais e instituições parceiras para alinhar ações de prevenção, monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos. A reunião técnica do Gabinete de Situação, no âmbito do Comitê de Mudança Climática (COMEC), também tratou da preparação do Município diante de possíveis impactos associados ao fenômeno El Niño e da necessidade de fortalecer os protocolos de prevenção e resposta. O encontro contou com representantes de diferentes áreas da administração municipal e de órgãos e empresas responsáveis por serviços essenciais. A proposta é antecipar cenários, integrar informações e aprimorar a atuação conjunta diante de situações como chuvas intensas, ventos fortes, calor extremo e outros eventos que possam afetar a população e a infraestrutura da Capital. Prevenção e planejamento A prefeita Adriane Lopes destacou a importância de manter uma atuação integrada entre as diferentes áreas da administração, especialmente diante da possibilidade de novos eventos climáticos extremos. “São ações preventivas necessárias diante dos desafios que estão à nossa frente. Por isso, se a gente puder ter uma reunião uma vez por mês, para atualizar o que está sendo feito e entender que há um grupo de trabalho prevenindo algumas situações na Capital, teremos um avanço importante”, afirmou a prefeita. A reunião também serviu para avaliar as ocorrências provocadas pelas recentes condições climáticas e transformar as experiências do atendimento emergencial em ações permanentes de prevenção e preparação. Integração de dados Durante o encontro, foi discutida a necessidade de estabelecer padrões comuns para o compartilhamento de informações entre os órgãos. O representante da Agetran, Paulo da Silva, explicou que diferentes instituições possuem sistemas próprios de coleta de dados, mas que a integração é fundamental para que as equipes tenham uma visão única das ocorrências. A partir do cruzamento de informações da Agetran, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos, o Município vem trabalhando na identificação, tipificação e classificação das ocorrências de acordo com a gravidade. “É importante ter os dados e entender essa gravidade para realmente atacar aquilo que é mais grave e também evitar retrabalho”, explicou Paulo da Silva. Arborização como ação preventiva A integração também envolve o planejamento de ações preventivas relacionadas à arborização urbana. Durante a reunião, a Energisa destacou que parte das ocorrências de interrupção de energia está relacionada à queda ou ao contato de árvores com a rede elétrica. A Prefeitura apresentou ainda a utilização da plataforma Arbolim, por meio da qual a equipe de arborização da Semades monitora cerca de 10 mil árvores em Campo Grande. As árvores são avaliadas e classificadas conforme o grau de criticidade. A proposta é integrar essas informações aos dados da concessionária de energia para identificar áreas prioritárias e antecipar intervenções. “Eu acho que a gente poderia realmente sentar, compartilhar essas informações e verificar quais são os locais prioritários para a gente dar a poda”, destacou a prefeita. Serviços essenciais Além das ações relacionadas à arborização e à rede elétrica, o encontro tratou da preparação de serviços essenciais para situações de emergência, incluindo a disponibilidade de geradores e a atualização dos planos de contingência. A prefeita ressaltou ainda que os impactos dos eventos climáticos não atingem a população de maneira uniforme. As comunidades mais vulneráveis precisam estar no centro das estratégias de prevenção, especialmente diante de situações de calor extremo, chuvas intensas e ventos fortes. Grupo de trabalho permanente Como encaminhamento, ficou definida a manutenção de um grupo de trabalho integrado, responsável por reunir dados e indicadores de diferentes secretarias e órgãos. A intenção é acompanhar os riscos, atualizar protocolos e compartilhar informações que possam melhorar a capacidade de resposta do Município. “Tudo o que a gente aprendeu agora vai para o nosso plano. São lições aprendidas, e é sempre algo novo que a gente aprende e precisa atualizar”, afirmou a prefeita. A iniciativa busca fortalecer a preparação de Campo Grande para os próximos períodos de maior instabilidade climática, com ações antecipadas, integração entre os órgãos e definição de prioridades para reduzir riscos e agilizar o atendimento à população.

14/09/2026 às 11:52
Saúde antecipa preparação da rede para impactos do El Niño

Campo Grande está entre os municípios apontados como prioritários para preparar unidades de saúde diante dos possíveis impactos do El Niño e das mudanças climáticas. A definição ocorreu durante o evento “Sala de Guerra”, realizado em 4 de agosto de 2026, e integra uma estratégia que prevê diagnóstico e adaptação da estrutura do SUS para diferentes cenários climáticos. O trabalho ganhou uma nova etapa nesta segunda-feira (14), durante reunião técnica realizada no gabinete da prefeita Adriane Lopes, com participação de diferentes áreas do Município. A agenda foi articulada pela Secretaria Municipal de Saúde e é a segunda reunião técnica promovida pela Saúde, somente neste mês, para tratar da preparação diante das condições climáticas. A primeira ocorreu no início de setembro, na sede da Sesau, com participação da Defesa Civil, da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sear) e equipes técnicas da Saúde. Para o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, a preparação precisa começar antes que os efeitos de um evento extremo cheguem à rede. “A preparação precisa acontecer antes do evento. Estamos antecipando cenários e fortalecendo o planejamento da nossa rede para diferentes situações, desde possíveis alterações no perfil das doenças respiratórias e dos agravos relacionados ao calor até os impactos que eventos climáticos podem trazer para os serviços de saúde. O objetivo é aprimorar protocolos, organizar fluxos e garantir que as equipes estejam cada vez mais preparadas para responder de forma rápida e eficiente.” A estratégia conduzida pela Sesau considera que alterações climáticas podem repercutir diretamente no perfil dos atendimentos e na própria capacidade de funcionamento dos serviços de saúde. De acordo com a apresentação técnica da Secretaria, o El Niño pode estar associado, no Centro-Oeste e em Mato Grosso do Sul, a temperaturas elevadas, irregularidade das chuvas, períodos de estiagem e veranicos, incêndios florestais e eventos extremos. Por isso, o planejamento envolve tanto vigilância epidemiológica, quanto a preparação da estrutura física e assistencial da rede. Entre os pontos avaliados estão as condições de telhados, calhas e drenagem das unidades, abastecimento de água e energia, capacidade de leitos e estoque de oxigênio. Também estão no planejamento a verificação de medicamentos, insumos, equipamentos e reservas estratégicas. A proposta também considera o mapeamento de áreas de maior vulnerabilidade e das populações que podem demandar atenção diferenciada, como idosos, gestantes, crianças pequenas, pessoas com deficiência, acamados, pacientes em oxigenoterapia domiciliar e pessoas com doenças respiratórias ou cardiovasculares. Vigilância monitora possíveis reflexos na saúde A preparação também começa antes de uma eventual mudança no perfil dos atendimentos. A Vigilância em Saúde acompanha alertas emitidos pela Defesa Civil, pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e pelo CEMTEC/MS, relacionando as condições climáticas aos possíveis impactos sobre a saúde. Entre os agravos que podem exigir maior atenção estão doenças respiratórias, arboviroses, doenças diarreicas, intoxicações provocadas pela fumaça, acidentes com animais peçonhentos e problemas relacionados ao calor, como desidratação e insolação. A apresentação da Sesau também orienta atenção a acidentes e traumas decorrentes de inundações, estiagem e outros eventos extremos. A superintendente de Vigilância em Saúde da Sesau, Veruska Lahdo, destaca que o monitoramento permite identificar alterações antes que elas representem uma pressão maior sobre os serviços. “Quando falamos em eventos climáticos extremos, estamos falando também de riscos concretos para a saúde. O nosso papel é acompanhar os alertas, observar os indicadores e identificar precocemente qualquer alteração no perfil das doenças e agravos para que a resposta possa acontecer antes que a situação se agrave.” A preparação das unidades faz parte do AdaptaSUS, estratégia voltada à adaptação do Sistema Único de Saúde às mudanças climáticas. Campo Grande está entre as cidades apontadas como prioritárias no Estado para essa preparação, ao lado de Dourados, Corumbá, Ponta Porã, Aquidauana, Coxim, Miranda, Paranaíba, Caarapó e Porto Murtinho. A iniciativa dialoga com a preparação que já vem sendo feita pela Sesau e com os planos de contingência existentes para situações de desastres provocados por chuvas intensas e para estiagem, seca e incêndios. Planejamento integrado Na reunião desta segunda-feira, a equipe da Sesau apresentou a necessidade de integrar informações e responsabilidades entre os diferentes setores, considerando que eventos extremos podem afetar simultaneamente a população, a infraestrutura urbana e o funcionamento dos serviços essenciais. A proposta é manter uma articulação permanente entre Saúde, Defesa Civil, Assistência Social, Meio Ambiente, Educação, Corpo de Bombeiros e setores responsáveis pelos serviços de água e energia. O checklist apresentado pela Sesau prevê, entre outras medidas, grupo de monitoramento, definição de responsáveis, atualização de planos de contingência e fluxo de comunicação rápida entre unidades de saúde e gestão municipal. Para a prefeita Adriane Lopes, transformar as experiências recentes em planejamento é parte fundamental desse processo. “Tudo o que a gente aprendeu agora vai para o nosso plano. São lições aprendidas, e é sempre algo novo que a gente aprende e precisa atualizar.” A prefeita também defendeu que as ações considerem as particularidades de cada região da cidade e os pontos que podem demandar intervenção preventiva, como áreas de maior vulnerabilidade e infraestrutura urbana.

14/09/2026 às 15:49
Hiperdia aproxima cuidado de pacientes com hipertensão e diabetes

Na rotina de quem convive com hipertensão ou diabetes, manter o acompanhamento em dia é parte essencial do cuidado. Mais do que controlar indicadores de saúde, a atenção contínua permite identificar alterações, orientar mudanças de hábitos e agir antes que um problema se agrave. É esse cuidado próximo que o Programa Hiperdia busca fortalecer nas unidades de saúde de Campo Grande. Na USF Aero Itália, os encontros são realizados semanalmente e integram a rotina de acompanhamento dos pacientes. Durante as atividades, são realizados procedimentos como aferição da pressão arterial, avaliação de exames, renovação de receitas e orientações relacionadas ao controle das doenças crônicas. Para o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, esse acompanhamento representa uma das bases do trabalho realizado na atenção primária. “Quem conhece o SUS sabe que muita coisa pode ser evitada quando a gente consegue acompanhar o paciente de perto. Não é só aferir a pressão ou renovar uma receita. É conhecer aquela pessoa, saber como ela está, olhar os exames, perceber quando alguma coisa mudou e orientar no momento certo. Esse vínculo com a equipe faz muita diferença, principalmente para quem convive com uma doença crônica”, afirma. Na rede municipal de saúde de Campo Grande, o Hiperdia vem sendo realizado de forma contínua. Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 7.941 atendimentos em grupos do programa, que reuniram 97.212 participantes nas atividades coletivas. Os dados são do e-SUS, a partir do Relatório de Atividades Coletivas. A aposentada Serafina Ortiz, de 82 anos, esteve na unidade na semana passada para medir a pressão e agendar o retorno com o médico. Moradora da região, ela elogia o atendimento recebido. “Com certeza, agradeço a Deus por a gente ter esse médico aqui. É muito bom. O atendimento é maravilhoso.” A rotina de cuidado também faz parte do dia a dia de Nelson Montovani, de 73 anos. Morador da região do Jardim Aeroporto, ele chegou cedo à unidade para verificar a pressão, que estava um pouco elevada. “Eu vim ver a pressão, que está um pouco alta, mas está tudo bem, graças a Deus”, contou. Para ele, manter o acompanhamento é fundamental. “A saúde é importante em primeiro lugar, então a gente tem que se cuidar, sim, tem que vir sempre que pode.” O aposentado também avalia que, mesmo com o movimento intenso na unidade, o atendimento é ágil e a equipe presta um bom serviço. “Essa troca com os pacientes vai muito além da renovação de receitas. É um momento educativo, em que a gente fala sobre temas específicos de hipertensão ou diabetes e constrói essa educação em saúde, tanto no consultório quanto nos espaços da unidade”, explicou o enfermeiro residente Felipe Moura, que atua na USF Aero Itália Os encontros são organizados semanalmente pelas equipes, ampliando o acesso dos pacientes às ações de acompanhamento. Além das consultas e do uso regular dos medicamentos, os profissionais acompanham exames laboratoriais, a periodicidade das consultas e a evolução de cada paciente. “É importante manter o contato, ver como estão os exames, qual é a periodicidade desses pacientes nas consultas de rotina e, principalmente, ter essa troca do profissional com os pacientes”, destaca Felipe. Na USF Sírio Libanês, a gerente Maira Mommad explica que iniciativas como essa integram as ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) para fortalecer o vínculo entre as equipes e a comunidade. “Geralmente, às quintas-feiras, temos um grupo de atividades físicas voltado para os idosos, a partir das 7h, com o educador físico coordenando. Em seguida, fazemos a troca de receitas. É muito bom, eles adoram, é um sucesso”, contou. Manter a pressão arterial e a glicemia sob controle pode parecer uma medida simples, mas o acompanhamento regular ajuda a reduzir o risco de complicações relacionadas à hipertensão e ao diabetes, como AVC, infarto e agravamento da própria doença. Também contribui para que situações que podem ser acompanhadas na atenção primária não evoluam para atendimentos de urgência. Para os pacientes que convivem com hipertensão ou diabetes e ainda não participam do acompanhamento, a orientação é procurar a unidade de saúde de referência e verificar as atividades disponíveis.

14/09/2026 às 12:33
Mau tempo adia Mutirão Todos em Ação deste mês

O 48º Mutirão Todos em Ação, que seria realizado neste sábado (19), no Jardim Noroeste, foi adiado devido às condições climáticas registradas nos últimos dias em Campo Grande. Os danos provocados em ruas e prédios públicos demandam a atuação das equipes da Prefeitura para a recuperação dos espaços. A nova data do evento será divulgada posteriormente. As inscrições realizadas continuam válidas para a próxima edição do mutirão.

14/09/2026 às 13:47