Prefeitura antecipa ações da força tarefa de combate ao mosquito Aedes

Foto: Karine Matos

Campo Grande, 14/10/2021 às 17:23

A partir do mês de novembro, as ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da febre Chikungunya e do vírus Zika, serão intensificadas visando reduzir ao máximo os casos de doenças provocadas por ele no ano que vem. Ao todo, serão 90 dias de força-tarefa, envolvendo todas as secretarias do Município, nas sete regiões da cidade. 

As ações foram detalhadas nestas quinta-feira (14), durante reunião no Paço Municipal, que reuniu o prefeito Marquinhos Trad e todos os secretários e diretores das secretarias e autarquias públicas municipais. Estas serão iniciadas antecipadamente ao período de mais chuvas, que normalmente acontece entre janeiro e março, com o objetivo de eliminar todos os possíveis criadouros do mosquito e, durante este período, realizar somente ações pontuais. 

“No começo deste ano, iniciamos a força-tarefa mais tardiamente, e mesmo assim tivemos um resultado positivo. Em 2021 registramos cerca de 10% do total de casos de dengue do ano passado”, informa o secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho. 

O objetivo da força-tarefa antecipada para novembro é intensificar o trabalho das equipes, que deverão permanecer por uma semana em cada região. A força-tarefa contará com o apoio de todas as secretarias do município, que vão oferecer apoio com pessoal, orientação à população e recolhimento de materiais inservíveis. 

“É um problema de todos. Estamos antecipando ações para que cada um faça o seu papel, como agentes de saúde em cada secretaria. É a atitude, de cada um, que faz a diferença”, declarou o prefeito Marquinhos Trad.

Mosquito Zero 2021 

Na força-tarefa realizada no início deste ano, a Prefeitura esteve em mais de 50 mil imóveis para a fiscalização e retirada de depósitos e criadouros. Ao todo, foram 1.641 focos do mosquito e 37 mil recipientes eliminados que poderiam acumular água. 

A parceria entre as secretarias também recolheu mais de 1,3 mil caçambas de materiais inservíveis por toda a cidade, que foram descartados no meio ambiente, e 7.320 pneus velhos, um dos criadouros mais comuns do mosquito.