Desembargadora do Acre usará Casa da Mulher Brasileira como referência no atendimento à mulher vítima de violência

Campo Grande, 02/10/2019 às 17:52

A Desembargadora do Tribunal de Justiça do Acre e Coordenadora Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica, Eva Evangelista, juntamente com a Subsecretária de Políticas para a Mulher de Campo Grande, Carla Stephanini, a Subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres do Mato Grosso do Sul, Giovana Côrrea e a Assessora Cultural Geral dos Estados Unidos da América, Elisabete Nishi, visitaram a Casa da Mulher Brasileira na tarde desta quarta-feira (02). O trabalho realizado no local (pioneiro no país), será usado como referência no estado do Acre.

A CMB, no período de 03/02/2015 a 31 de agosto de 2019, atendeu mais de 62 mil mulheres vítimas de violência doméstica. Entre atendimentos e encaminhamentos nos setores integrados, os números chegam a 392 mil.

7Z2A2714 (Copy)Para Eva Evangelista, a CMB serve como exemplo nacional no atendimento à mulher vítima de violência doméstica. “A Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande é referência para todo o país. Meu objetivo aqui hoje é de colher subsídios para que no nosso estado nós tenhamos algo semelhante. Toda estrutura vigente aqui é grandiosa, proporcionando que à mulher vítima de violência receba toda a assistência necessária. Sonhos podem ser realizados. E eu desejo que o Estado do Acre seja contemplado com um benefício dessa magnitude”, disse a desembargadora.

Carla Stephanini, Subsecretária de Políticas para a Mulher de Campo Grande, ressaltou o trabalho realizado pelo prefeito Marquinhos Trad no combate à violência contra a mulher. “Todo o trabalho feito aqui só é possível de ser realizado por conta do apoio da gestão municipal. Todo o suporte oferecido pelo município garante que a Casa da Mulher Brasileira funcione 24 horas por dia, sete dias por semana. Essa assistência oferecida às mulheres é consequência de uma gestão, por meio do prefeito Marquinhos Trad, preocupada em combater todas as formas de violência contra a mulher”, destacou a subsecretária.

Ainda segundo Carla Stephanini, todas as visitas que a Casa da Mulher Brasileira recebe certificam o trabalho realizado no local.

7Z2A2716 (Copy)“Todas os visitantes são muito bem-vindos. Ao receber essas pessoas de diferentes locais do país e do mundo, e claro, ter esse retorno muito positivo por parte delas, comprova que a assistência realizada aqui vem sendo feita com qualidade. Nosso objetivo aqui é romper com esse ciclo de violência. Este trabalho salva vidas”, finalizou.

Giovana Côrrea, Subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres do Mato Grosso do Sul, falou da importância da parceria entre o estado e o município no suporte às vítimas de violência. “A CMB é o nosso orgulho. Mato Grosso do Sul é o estado pioneiro no combate à violência contra a mulher e vem exercendo um trabalho de excelência. Essa parceria entre o estado e o município, dando assistência psicossocial e todo o processo de triagem, garante que às vítimas não desistam de todo o processo de denúncia que precisa ser efetivado contra o agressor”, destacou.

Depois de conhecer toda a estrutura da Casa Mulher Brasileira e conversar com os servidores que ali trabalham, Elisabete Nishi, Assessora Cultural Geral dos Estados Unidos da América, não poupou elogios ao local.