{"id":80639,"date":"2022-03-08T14:40:19","date_gmt":"2022-03-08T18:40:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/?post_type=sec-noticias&#038;p=80639"},"modified":"2022-03-08T14:41:30","modified_gmt":"2022-03-08T18:41:30","slug":"conheca-a-historia-das-seis-mulheres-que-formaram-a-cultura-de-campo-grande","status":"publish","type":"sec-noticias","link":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/noticia\/conheca-a-historia-das-seis-mulheres-que-formaram-a-cultura-de-campo-grande\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de seis mulheres que ajudaram a formar a Cultura de Campo Grande"},"content":{"rendered":"<p>No dia 8 de mar\u00e7o, a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur), traz a hist\u00f3ria de mulheres que inspiraram e deixaram sua marca em Campo Grande, recebendo homenagens com seus nomes gravados em importantes Pr\u00e9dios do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da nossa cidade. Confira quem foram as mulheres que fizeram a Cultura local despontar:<\/p>\n<p><strong>Biblioteca P\u00fablica Municipal Ana Luiza Prado Bastos<\/strong><\/p>\n<p>A Professora Galega era Anna Luiza Prado Bastos. Esta expoente mulher nasceu em Cuiab\u00e1. Ela ocupou a Cadeira 27, da Academia Mato-grossense de Letras \u2013 AML, em 1932, permanecendo nela por seis d\u00e9cadas. Em 1923, mudou-se para Campo Grande, onde, em 1935, fundou a Escola Prim\u00e1ria Bar\u00e3o de Melga\u00e7o, contribuindo para o desenvolvimento da educa\u00e7\u00e3o e da sociedade. Dela foi a \u00fanica propriet\u00e1ria at\u00e9 o final da d\u00e9cada de 1960. <img decoding=\"async\" class=\" wp-image-80641 alignright\" src=\"https:\/\/prefcg-repositorio.campogrande.ms.gov.br\/wp-cdn\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/anna-luiza-prado-bastos-1646764344-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"241\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/anna-luiza-prado-bastos-1646764344-300x225.jpeg 300w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/anna-luiza-prado-bastos-1646764344-768x576.jpeg 768w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/anna-luiza-prado-bastos-1646764344.jpeg 960w\" sizes=\"(max-width: 241px) 100vw, 241px\" \/><\/p>\n<p>Teve efetiva participa\u00e7\u00e3o nas obras de cunho social, cultural e filantr\u00f3pico nas cidades em que residiu, e lecionou em Campo Grande, nas d\u00e9cadas de 30 e 40.<\/p>\n<p>Em Campo Grande, a Biblioteca P\u00fablica Municipal, fundada em 28 de novembro de 1932, pelo m\u00e9dico e beletrista Per\u00ed Alves Campos, e doada \u00e0 municipalidade em 05 de mar\u00e7o de 1940, em sua atual sede, no Parque Florestal Ant\u00f4nio de Albuquerque (Horto Florestal), foi inaugurada em 19 de maio de 1995, com o nome de Anna Luiza Prado Bastos \u2013 professora Galega, homenagem \u00e0 professora cuiabana, que muito contribuiu para educa\u00e7\u00e3o em Campo Grande e fez hist\u00f3ria entre seus alunos pelo empenho e carinho dispensados ao longo dos anos, atrav\u00e9s da Lei N\u00famero 3214, de 24 de novembro de 1995.<\/p>\n<p><strong>Memorial da Cultura Ind\u00edgena \u201cCacique Enir Terena\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Enir da Silva Bezerra foi l\u00edder da etnia Terena e refer\u00eancia para a cultura ind\u00edgena em Mato Grosso do Sul. Em meio a costumes e tradi\u00e7\u00f5es de ra\u00edzes masculinas, essa grande mulher tornou-se l\u00edder de seu povo, rompeu barreiras, firmou-se como empreendedora de a\u00e7\u00f5es transformadoras e deixou importante legado para a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-80640\" src=\"https:\/\/prefcg-repositorio.campogrande.ms.gov.br\/wp-cdn\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/enir-terena-1646764341-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"154\" srcset=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/enir-terena-1646764341-300x169.jpg 300w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/enir-terena-1646764341-768x432.jpg 768w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/enir-terena-1646764341-290x163.jpg 290w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/enir-terena-1646764341.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 273px) 100vw, 273px\" \/>Enir Bezerra nasceu na aldeia Terena Lim\u00e3o Verde, no munic\u00edpio de Aquidauana. Com 5 anos de idade mudou-se para Campo Grande, onde se criou e constituiu fam\u00edlia. Desde jovem, demonstrou inequ\u00edvoco interesse pela realidade das etnias que migravam do interior do Estado para se radicarem na periferia de Campo Grande.<\/p>\n<p>Em 1985, ingressou na Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena \u201cKaguateca\u201d, dando in\u00edcio \u00e0 milit\u00e2ncia em pol\u00edticas p\u00fablicas, que se estendeu por toda a sua vida. Dez anos depois,09\/06\/1995 chegou com mais 20 fam\u00edlias na \u00e1rea conhecida como \u201cDesbarrancado\u201d, que se tornou depois a Aldeia Urbana Mar\u00e7al de Souza, a primeira do g\u00eanero no Brasil.<\/p>\n<p>Em 1999, a luta de Enir Bezerra efetivou a cria\u00e7\u00e3o do Memorial da Cultura Ind\u00edgena, centro agregador e difusor das culturas representativas de v\u00e1rias etnias. Em 30 de novembro de 2008, Enir Terena, concorreu \u00e0s elei\u00e7\u00f5es em sua aldeia urbana e foi a primeira \u00edndia brasileira a conquistar o t\u00edtulo de Cacique e reeleita em 2012. Sua milit\u00e2ncia se estendeu at\u00e9 2016, quando faleceu. Em 17 de maio o prefeito sancionou a lei 6.006 na qual passou a denomina\u00e7\u00e3o para Memorial da Cultura Ind\u00edgena Cacique Enir Terena.<\/p>\n<p><strong>Museu \u201cL\u00eddia Ba\u00eds\u201d, localizado na Morada dos Ba\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>L\u00eddia morou no casar\u00e3o da Avenida Afonso Pena, hoje Morada dos Ba\u00eds, entre os anos de 1918 e 1938. Seus primeiros quadros foram pintados por volta do ano de 1915.<\/p>\n<p>Iniciou seus estudos em pintura com Henrique Bernardelli em 1926. Passa o ano seguinte em viagem pela Europa, permanecendo mais tempo em<img decoding=\"async\" class=\" wp-image-80645 alignright\" src=\"https:\/\/prefcg-repositorio.campogrande.ms.gov.br\/wp-cdn\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lidia-bais-1646764355-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"232\" height=\"174\" srcset=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lidia-bais-1646764355-300x225.jpg 300w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lidia-bais-1646764355.jpg 320w\" sizes=\"(max-width: 232px) 100vw, 232px\" \/> Berlim e Paris, onde recebeu influ\u00eancias do expressionismo e do surrealismo. De volta ao Brasil, em 1928, retoma seus estudos sob orienta\u00e7\u00e3o de Henrique Bernardelli.<\/p>\n<p>Em 1950, funda o Museu Ba\u00eds em Campo Grande, que n\u00e3o chega a ser aberto ao p\u00fablico, e ingressa na Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco de Assis, adotando o nome de Irm\u00e3 Trindade. A partir da\u00ed, passa a dedicar-se exclusivamente aos estudos religiosos e filos\u00f3ficos. Por volta de 1960 publica, sob o nome fict\u00edcio de Maria Tereza Trindade, o livro Hist\u00f3ria de T. L\u00eddia Ba\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Armaz\u00e9m Cultural \u201cHelena Meirelles\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Helena Meirelles foi uma compositora, cantora e violeira, nascida em 1924. Helena foi conhecida como a dama da viola de Mato Grosso do Sul que derrubou preconceitos e encantou o guitarrista Eric Clapton com o seu jeito de tocar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-80642\" src=\"https:\/\/prefcg-repositorio.campogrande.ms.gov.br\/wp-cdn\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/helena-meirelles-1646764349-300x298.jpg\" alt=\"\" width=\"214\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/helena-meirelles-1646764349-300x298.jpg 300w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/helena-meirelles-1646764349-150x150.jpg 150w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/helena-meirelles-1646764349.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 214px) 100vw, 214px\" \/>\u00c9 considerada uma importante representante da m\u00fasica regional brasileira e sua hist\u00f3ria de vida \u00e9 um precioso exemplo feminino de luta e liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As can\u00e7\u00f5es que ela tocava desde menina e as composi\u00e7\u00f5es que vieram depois s\u00e3o duas facetas muito parecidas de uma mesma moeda apresentada em seus quatro discos lan\u00e7ados. E em antol\u00f3gicas apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo, de norte a sul do Brasil. Um repert\u00f3rio bastante representativo da m\u00fasica regional de fronteira do cerrado, que apresenta uma diversidade de g\u00eaneros, como o rasqueado, o chamam\u00e9, a guar\u00e2nia e a polca paraguaia, e cala fundo no cora\u00e7\u00e3o de quem carrega na alma o sentimento pantaneiro.<\/p>\n<p>M\u00e1rio de Ara\u00fajo, seu sobrinho e primeiro produtor, alavancou sua carreira musical e, com 67 anos, foi finalmente reconhecida artisticamente. M\u00e1rio gravou uma fita cassete (demotape) e enviou para a revista Guitar Player numa caixa junto com uma foto da artista, um guizo de cascavel de sete gomos e uma de suas palhetas de chifre de boi. O editor da revista americana Jas Obrecht achou o estilo de Helena muito interessante e v\u00e1rios artigos foram escritos abrindo posteriormente tamb\u00e9m espa\u00e7o na imprensa brasileira.<\/p>\n<p>Os quatro discos, lan\u00e7ados entre 1994 e 2002, venderam aproximadamente 100 mil c\u00f3pias. De ouvidos agu\u00e7ados e exigentes, Dona Helena n\u00e3o ficou satisfeita com o resultado do quarto trabalho, Ao Vivo &#8211; De Volta ao Pantanal, o primeiro a ser lan\u00e7ado fora da Eldorado. H\u00e1 um quinto registro em disco, Os Bambas da Viola, com a sua participa\u00e7\u00e3o apenas em uma das faixas.<\/p>\n<p>Obteve premia\u00e7\u00f5es internacionais e nacionais como Spotlight Arts (1993) e Cem e uma palhetas do S\u00e9culo (1994) pela GuitarPlayer Magazine e foi inclu\u00edda na lista 30 maiores \u00edcones brasileiros da guitarra e do viol\u00e3o (Categoria: Ra\u00edzes Brasileiras) da revista Rolling Stone Brasil.<\/p>\n<p>Helena morreu em Campo Grande, em 2005, com 81 anos.<\/p>\n<p><strong>Sala de Oficinas de Artes e Artesanatos \u201cLucila de Ara\u00fajo Pereira\u201d, localizada na Plataforma Cultural<\/strong><\/p>\n<p>Lucila de Ara\u00fajo Pereira foi servidora do Munic\u00edpio de Campo Grande por mais de 11 anos, lotada na Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, mas que por muitos <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-80643\" src=\"https:\/\/prefcg-repositorio.campogrande.ms.gov.br\/wp-cdn\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lucila-pereira-1646764351-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lucila-pereira-1646764351-300x300.jpg 300w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lucila-pereira-1646764351-150x150.jpg 150w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/lucila-pereira-1646764351.jpg 533w\" sizes=\"(max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/>anos prestou seus servi\u00e7os na Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura \u2013 FUNDAC.<\/p>\n<p>Foi na Plataforma Cultural, antiga esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria, que Lucila encontrou seu lar profissional e art\u00edstico definitivo, onde pode desempenhar seu sonho em ser artista. Viveu arte, escreveu poesias, comp\u00f4s can\u00e7\u00f5es, fez artesanato, pintou telas, e na t\u00e9cnica em mosaico encontrou a paix\u00e3o que seria sua marca.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi integrante do grupo \u201cA voz do Cruzado Pantaneiro\u201d, tendo uma das composi\u00e7\u00f5es, de sua autoria, gravada em CD.<\/p>\n<p>A Sala de Oficinas da Plataforma Cultural, localizada na Esplanada Ferrovi\u00e1ria, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia, visto que a sala era muito utilizada pela Sra. Lucila, e portanto em 28 de novembro de 2017, atrav\u00e9s da LEI n. 5.915, recebeu a denomina\u00e7\u00e3o de \u201cLucila de Ara\u00fajo Pereira\u201d , em homenagem \u00e0 essa mulher que dedicou seus dias a esse lugar e ao ensino das artes.<\/p>\n<p><strong>Comunidade Tia Eva<\/strong><\/p>\n<p>Tia Eva foi uma mulher negra refer\u00eancia da comunidade que leva seu nome. Nasceu em Mineiros, Goi\u00e1s. Foi escrava e logo ap\u00f3s receber sua alforria, decidiu vir para Campos de Vacaria \u2013 hoje Campo Grande.<\/p>\n<p>Isso foi em 1905, quando veio com suas tr\u00eas filhas, com uma nova expectativa de vida. Sem demora, ela chegou em comitiva com outros negros \u00e0 regi\u00e3o da Mata do Segredo, pr\u00f3ximo aos c\u00f3rregos Segredo e Cascudo onde estabeleceu uma comunidade quilombola.<\/p>\n<p>Tia Eva tinha grande f\u00e9 em S\u00e3o Benedito. Por isso, ela recorreu a ele para que curasse uma ferida que havia em sua perna h\u00e1 anos. Ent\u00e3o, ela lhe fez<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-80644 alignright\" src=\"https:\/\/prefcg-repositorio.campogrande.ms.gov.br\/wp-cdn\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/tia-eva-1646764353-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"266\" height=\"177\" srcset=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/tia-eva-1646764353-300x200.jpg 300w, https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2022\/03\/tia-eva-1646764353.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 266px) 100vw, 266px\" \/> uma promessa e chegando a Mato Grosso, ela foi milagrosamente curada.<\/p>\n<p>Assim, ela construiu uma igreja de pau a pique, em 1912, em homenagem ao santo, que est\u00e1 entre as igrejas mais antigas de Campo Grande.<\/p>\n<p>Em 1919, Tia Eva conseguiu reerguer a igreja, desta vez, em alvenaria, com ajuda de toda a comunidade e resolveu que todo ano organizaria uma festa em homenagem a S\u00e3o Benedito, que acontece sempre no domingo mais pr\u00f3ximo de 13 de maio.<\/p>\n<p>A inaugura\u00e7\u00e3o da Igreja foi em 13 de maio, com uma festa que contou com novena, ter\u00e7o, m\u00fasica e fogos, para louvar S\u00e3o Benedito.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"template":"","meta":{"custom_icon_class":"","footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-80639","sec-noticias","type-sec-noticias","status-publish","hentry","category-mulher"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/sec-noticias\/80639"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/sec-noticias"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/sec-noticias"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/sec-noticias\/80639\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80639"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80639"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campogrande.ms.gov.br\/cgnoticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80639"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}