Imunização / Vacinas

21ª CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA

Boletim de Vacinação (divulgado toda sexta-feira)

1ª parcial – 26/04 (dados de 10 a 23 de abril)

2ª parcial – 03/05 (dados de 10 de abril a 03  de maio)

3ª parcial – 06/05 (dados de 10 de abril a 5 de maio – após Dia D) 

4ª Parcial – 10/05 (dados de 10 abril a 8 de maio)

5ª Parcial – 17/05 (dado de 10 abril a 15 de maio)

6ª Parcial – 24-05 (dado de 10 abril a 22 de maio)

7ª Parcial – 31/05 (dado de 10 de abril a 29 de maio)

8ª Parcial – 06/06 (dado de 10 de abril a 04 de junho)

 

* Notificações Vírus Respiratórios.

 

QUEM DEVE SE VACINAR?

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Gestantes;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Puérperas (mulheres com até 45 dias pós parto);
  • Doentes crônicos;
  • Indígenas;
  • Professores de escolas públicas e privadas;
  • Adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do Sistema Prisional;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas.

CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO

  • De 10 a 21 de abril: crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias) e gestantes.
  • A partir de 22 de abril: ampliação para os demais integrantes do grupo de risco.
  • Dia D da Campanha: dia 4 de maio. As 68 unidades de saúde ficam abertas no sábado para intensificar a vacinação.

QUAL DOCUMENTO LEVAR PARA VACINAÇÃO?

Para receber a dose, todos os indivíduos do grupo de risco devem apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) e/ou número prontuário da rede de saúde de Campo Grande (Hygia); documento pessoal de identificação; e, a caderneta de vacinação (caso tenha).

Além dos documentos exigidos para todos, os profissionais de saúde devem apresentar a carteira de conselho ou holerite; as gestantes e puérperas: cartão da gestante, laudo médico ou exames com identificação; e os indígenas: cadastro na SESAI.

ONDE VACINAR?

Nas 68 unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF) de acordo com o horário de atendimento do local. Tenha mais informações consultando a unidade mais próxima da sua casa.

POPULAÇÃO DO PÚBLICO ALVO

PÚBLICO ELEGÍVELPOPULAÇÃO ALVO
Crianças 5 anos (6M a 5A11M29D)65568
Gestantes10296
Trabalhadores de saúde23112
Professores9448
Puérperas1692
Idosos 60 anos +80080
Indígenas (Aldeados)2141
Forças Armadas e Segurança10510
Comorbidades21594
Privados de liberdade2408
Funcionários do Sistema Prisional2386
TOTAL229235


CUIDADOS APÓS VACINAÇÃO

Os cuidados após o recebimento de qualquer dose injetável de vacina são muito importantes para garantir a imunização esperada, além de evitar complicações que podem comprometer a saúde do vacinado. Nas crianças, principalmente as menores de 5 anos, a atenção deve ser redobrada, devido a possibilidade de reação adversa.

O profissional da sala de vacinação orienta quais devem ser os cuidados necessários, bem como agendar a data de retorno para administrar a dose de reforço. Esses detalhes são cruciais para que a pessoa esteja imune aos vírus causadores de muitas doenças.

Entre os principais cuidados, atentar para:

  • Utilizar compressas frias (não colocar compressas quentes) no local de aplicação para alívio da dor e da inflamação.
  • Não aplicar qualquer produto sobre o local da vacinação, como cremes, pomadas e outros, bem como não fazer curativos.
  • Evitar coçar.
  • Lavar o local da aplicação apenas com água e sabão e mantê-lo seco.

As reações adversas podem ser:

  • Febre nas primeiras horas após a aplicação da vacina ou, no máximo, até o dia seguinte, regredindo espontaneamente. Em caso de persistência ou febre alta (acima de 38,5°C) procure atendimento de saúde.
  • Inchaço e vermelhidão, nódulo no local da injeção, mal-estar, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações são geralmente de pequena intensidade e passam em até 3 dias.

Ao notar que os sintomas são mais intensos, sejam diferentes dos orientados pelo vacinador ou demorem muito tempo para cessar, há a necessidade de retornar ao Serviço de Saúde com as informações sobre a vacinação, se possível com a Caderneta de Vacinação. Comparecer aos retornos orientados pelo vacinador é essencial para proteção contra as doenças.

Nenhuma vacina está totalmente livre de provocar reações, entretanto os riscos de complicações graves ligados à vacinação são muito menores do que os das doenças contra as quais a pessoa foi imunizada.

Para vacinar as crianças, basta levá-la a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou de Saúde da Família (UBSF) com o cartão da criança. O ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, se perdeu o prazo para alguma dose é importante voltar à unidade de saúde para atualizar as vacinas.

A maioria das vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação é destinada a crianças. São 12 vacinas, aplicadas antes dos 10 anos de idade em 25 doses.

A caderneta de vacinação deve ser frequentemente atualizada. Algumas vacinas só são administradas na adolescência, enquanto que outras precisam de reforço nessa faixa-etária. Além disso, doses atrasadas também podem ser colocadas em dia.

É muito importante que os adultos (20 a 59 anos) mantenham suas vacinas em dia. Além de se proteger, a vacina também evita a transmissão para outras pessoas que não podem ser vacinadas. Imunizados, familiares podem oferecer proteção indireta a bebês que ainda não estão na idade indicada para receber algumas vacinas, além de outras pessoas que não estão protegidas.

Para as pessoas acima dos 60 anos, são oferecidas três vacinas, além da campanha de vacinação contra gripe. Os cuidados nesta fase também são importantes para garantir melhor qualidade de vida.

A vacina para mulheres grávidas é essencial para prevenir doenças para si e para o bebê. Elas não podem tomar as mesmas vacinas que qualquer adulto e, portanto, têm um esquema vacinal diferenciado.


CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO

As vacinas ofertadas na rotina dos serviços de saúde são definidas nos calendários de vacinação, nos quais estão estabelecidos:
• os tipos de vacina;
• o número de doses do esquema básico e dos reforços;
• a idade para a administração de cada dose; e
• o intervalo entre uma dose e outra no caso do imunobiológico cuja proteção exija mais de uma dose.

Considerando o risco, a vulnerabilidade e as especificidades sociais, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) define calendários de vacinação com orientações específicas para crianças, adolescentes, adultos, gestantes, idosos e indígenas. As vacinas recomendadas para as crianças têm por objetivo proteger esse grupo o mais precocemente possível, garantindo o esquema básico completo no primeiro ano de vida e os reforços e as demais vacinações nos anos posteriores.

Os calendários de vacinação estão regulamentados pela Portaria ministerial nº 1.498, de 19 de julho de 2013, no âmbito do PNI, em todo o território nacional, sendo atualizados sistematicamente por meio de informes e notas técnicas pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI).

Nas unidades básicas de saúde, os calendários e os esquemas vacinais para cada grupo-alvo devem estar disponíveis para consulta e afixados em local visível.

Clique AQUI e confira o Calendário Nacional de Vacinação elaborado pelo Ministério da Saúde.

As vacinas estão disponíveis nas unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF) de segunda a sexta-feira (exceto feriados) das 7h15 às 11h e das 13h às 16h45 – conforme RESOLUÇÃO SESAU n. 378, DE 9 DE MARÇO DE 2018, publicada no Diário Oficial (Diogrande) em 12 de março de 2018, página 6. As equipes de vacinação podem distribuir senhas para organizar o fluxo nas unidades.

Aos sábados, domingos e feriados quatro unidades oferecem as doses: CRS Aero Rancho, Nova Bahia, Tiradentes e Cophavilla II, em esquema de plantão.

Vacinação FEBRE AMARELA e BCG

A SESAU adotou deste o início de 2017 o Cronograma de aberturas de doses da vacina de Febre Amarela e BGC para otimizar o uso dos frascos. Cada ampola destas vacinas contém de 5 a 10 doses e com prazo de validade de 6 horas quando aberto. Desta forma, as salas de vacina obedecem ao cronograma para melhor aproveitamento das doses.

Todos os dias, ao menos uma sala de vacinação atende a população nas sete regiões da Capital. O cronograma está afixado nas unidades básicas de saúde para orientar moradores e usuários.

 

cronograma bcgcronograma febre amarela

 

SESAU – Divisão de Imunização
Responsável: Emmanuela Lopes
Contato:  3314-3062
E-mail: imuni@sesau.campogrande.ms.gov.br

Rede Municipal de Sites e Serviços On-line de Campo Grande MS

http://www.campogrande.ms.gov.br/