Bibliografias

 Referências Bibliográficas por tema.

 

 

AUTOCUIDADO

 

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FEMINICÍDIO

 

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GÊNERO, TRABALHO  E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 

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GÊNERO E PODER JUDICIÁRIO

 

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  8. SCIORTINO, Silvana. Procesos de organización política de las mujeres indígenas en el movimiento amplio de mujeres en Argentina. Consideraciones sobre el feminismo desde la perspectiva indígena. Universitas Humanística, v. 79 n. 79, Feminismos Disidentes II / Horizontes. Pontificia Universidad Javeriana – Bogotá, Colombia, 2015. Disponível em: https://revistas.javeriana.edu.co/index.php/univhumanistica/article/view/6479/7944
  9. SERAGUZA, L. Aty Kuña Guasu–sexualidade e relações de gênero entre os Kaiowa e Guarani Anais do III Congresso Ibero Americano de Arqueologia, Etnologia e Etno-História. Dourados/MS, 2015.
  10. ANZOATEGUI, Priscila de Santana. “Somos todas Guarani-Kaiowá”: entre narrativas (d)e retomadas agenciadas por mulheres Guarani e Kaiowá sul-mato-grossenses. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Federal da Grande Dourados. 2017.
  11. NASCIMENTO, Priscila da Silva. Mulheres zapatistas: poderes e saberes. Uma análise das reivindicações das mulheres indígenas mexicanas na luta por seus direitos – anos 1990. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais – UNESP, campus de Marília. Mestrado em Ciências Sociais. Linha de Pesquisa: Cultura, Identidade e Memória, 2012.
  12. REBELO, Francine Pereira. Kunhangue Mba’e Kua: as trajetórias das mulheres cacicas Guarani Mbya de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015.
  13. DAINESE, Graziele; SERAGUZA, Lauriene; OLSCHEWSKI, Luisa Elvira Belaunde. Sobre gêneros, arte, sexualidade e a falibilidade destes e de outros conceitos: Entrevista com Luisa Elvira Belaunde Olschewski. Revista Ñanduty, v. 4, n. 5, p. 286-307, 2016. (Entrevista).
  14. SACCHI,  Angela; GRAMKOW, Márcia Maria (Orgs.). Gênero e povos indígenas: coletânea de textos produzidos para o “Fazendo Gênero 9″ e para a “27a Reunião Brasileira de Antropologia”. – Rio de Janeiro, Brasília: Museu do Índio/ GIZ / FUNAI, 2012. 272p.
  15. ANZALDUA, Glória. Como domar uma língua selvagem. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Difusão da língua portuguesa, no 39, p. 297-309, 2009.

 

GÊNERO E VIOLÊNCIA

 

  1. BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Enfrentando a Violência contra a Mulher – Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2005. 64p.
  2. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Prevenção da violência sexual e da violência pelo parceiro íntimo contra a mulher: ação e produção de evidência. 2012.
  3. BANDEIRA, Lourdes Maria. Violência de gênero: a construção de um campo teórico e de investigação. Sociedade e Estado, v. 29, n. 2, p. 449-469, 2014.
  4. MARTINS, Vanessa Machado; BARTILOTTI, Carolina Bunn. “Acabou comigo como pessoa” A caracterização da violência doméstica a partir da percepção de mulheres violentadas. Cadernos de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências Humanas, v. 16, n. 108, p. 41-61, 2015.
  5. Panorama da violência contra as mulheres no Brasil [recurso eletrônico]: indicadores nacionais e estaduais. – N. 2 (2018), Brasília: Senado Federal, Observatório da Mulher Contra a Violência, 2018 .
  6. GROSSI, Miriam Pilar. Novas/velhas violências contra a mulher no Brasil. Revista Estudos Feministas, 1. 1994. p.462-472.
  7. MYNAIO, Maria Cecília de Souza; CAPURCHANDE, Rehana Dauto. A violência faz mal à saúde e à qualidade de vida: conceitos, teorias e tipologias da violência. In: Assis, SG; Constantino, P; Njaine, K; Souza, ER; Minayo, MCS; Teles, N. Capurchande, RD. (ORG.). Impactos da Violência: Moçambique e Brasil. 1ª Edição. Rio de Janeiro: ENSP/Universidade Eduardo Mondlane, 2011.
  8. SILVA, Barbara Garcia Ribeiro Soares. A violência conjugal contra mulheres das classes médias do município de São Paulo. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Sociologia), USP, 2007.
  9. LIMA, Renata. A violência contra a mulher e a vitimologia. Blogueiras Feministas, publicado em 20 de fevereiro de 2011.
  10. KOERICH, Maria Cecília Takayam. Do real ao virtual: violência de gênero, discursos e enfrentamentos. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress (Anais Eletrônicos),Florianópolis, 2017.
  11. BORIN, Thaisa Belloube. Violência doméstica contra a mulher: percepções sobre violência em mulheres agredidas. Dissertação (Mestre em Ciências), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, USP, Ribeirão Preto, 2007.
  12. LENZ-DE-OLIVEIRA, Kátia et al . Elaborando uma cartilha sobre as ambiguidades da violência conjugal. Psicol. cienc. prof.,  Brasília ,  v. 30, n. 2, p. 428-439, jun.  2010.

 

  1. CFESS. Eu sou assim: O grito que reclama paz. Brasília, 8 de março de 2015.

 

  1. BRASIL. Presidência da República. Marcadas a ferro. SPM, 2005, 260 p.

 

  1. PORTELA, Cristiane; SILVA, Edlene; ZANELLO, Valeska; OLIVEIRA, Susane; STEVENS, Cristina (Orgs). Mulheres e violências: interseccionalidades. Brasília, DF: Technopolitik, 2017.

 

  1. SILVA, Sergio Gomes da. Preconceito e discriminação: as bases da violência contra a mulher. Psicol. cienc. prof.,  Brasília ,  v. 30, n. 3, p. 556-571,  Sept.  2010.
  2. FONSECA, Paula Martinez e LUCAS, Taiane Nascimento Souza. Violência doméstica contra a mulher e suas consequências psicológicas. TCC (curso de psicologia).Fundação Bahiana para o desenvolvimento das ciências, Salvador, 2006.

 

  1. GEBARA, Carla Ferreira de Paula. Padrões de violência doméstica e uso de álcool entre mulheres de uma amostra comunitária domiciliar. Tese (Doutor em Ciências), Universidade Federal de São Paulo, 2014.

 

  1. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Violência Intrafamiliar – orientações para a prática em serviço. Cadernos de Atenção Básica nº 08, Série A, Normas e Manuais Técnicos nº 131, Brasília, DF, 2002.

 

  1. SPM. Rede de enfrentamento -a violência contra as mulheres. Secretaria Nacional de Enfrentamento à violência contra as mulheres. Presidência da República, Brasília, 2011.

 

  1. BOLSONI, Carolina Carvalho. Violência contra a pessoa idosa: estudo de base populacional em Florianópolis, SC. Tese (Pós-Graduação em saúde coletiva), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2017.

 

  1. REIS, Leonardo Naves dos. Violência doméstica e aspectos cognitivos do agressor: análise quantitativa. Tese (Doutor em Ciências), Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, USP, 2016.

 

  1. SAFFIOTI, Heleieth I.B. Violência de Gênero — lugar da práxis na construção da subjetividade. Lutas Sociais, nº 2, PUC/SP, 1997, pp.59-79.
  2. SENADO FEDERAL. Panorama da violência contra as mulheres no Brasil [recurso eletrônico]: indicadores nacionais e estaduais. N. 1 (2016). Brasília: Senado Federal, Observatório da Mulher contra a Violência, 2016.

 

  1. SCHULTZ, Iluska Lopes. Situação da violência doméstica contra a mulher em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Mestrado (Pós-Graduação em enfermagem), UFMS, 2017.

 

 

GÊNERO E RAÇA

 

  1. SILVA, Maria de Lourdes. Práticas sociais e processos educativos: a liderança da mulher negra em Campo Grande Mato, Grosso do Sul. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
  2. ALVES, Yara de Cássia. A casa raiz e o vôo de suas folhas: Família, Movimento e casa entre os moradores de Pinheiro-MG. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. Mestre em Antropologia Social. São Paulo, 2016.
  3. DE JESUS, Jessica Oliveira; CASSILHAS, Fabrício Henrique Meneghelli; DOS SANTOS, Silvana Martins. Literatura negra, feminismo negro e tradução: uma entrevista com Conceição EvaristoEstudos Feministas, v. 26, n. 3, p. 1-7, 2018. (Entrevista).
  4. CISNE, Mirla. Relações Sociais de Sexo, “Raça”/Etnia E Classe: Uma Análise Feminista-materialista. Brasília (DF), ano 14, n. 28, p. 133-149, jul./dez. 2014.
  5. GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, p. 223-244.
  6. CRENSHAW, KIMBERLÉ. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Rev. Estud. Fem. [online]. 2002, vol.10, n.1, pp.171-188.
  7. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Relações Raciais: Referências Técnicas para atuação de psicólogas/os. Brasília: CFP, 2017.
  8. PINHEIRO, Luana et al.  Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça. 3.  ed. Brasília: Ipea: SPM: UNIFEM, 2008.
  9. ABRAM, Laís. Desigualdades de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro. Ciência e cultura, v. 58, n. 4, p. 40-41, 2006.
  10. ABRAMO, Laís. Perspectiva de gênero e raça nas políticas públicas [Nota técnica], 2004.
  11. HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Tempo social, v. 26, n. 1, p. 61-73, 2014.
  12. GUIMARÃES, Nadya Araújo. Os desafios da eqüidade: reestruturação e desigualdades de gênero e raça no Brasil. Cadernos Pagu, n. 17-18, p. 237-266, 2002.
  13. MOORE, Henrietta L. Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência. Cadernos Pagu, n. 14, p. 13-44, 2000.
  14. CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. Racismos Contemporâneos. Rio de Janeiro: Takano Editora, v. 49, p. 49-58, 2003.
  15. SILVEIRA, Raquel da Silva; NARDI, Henrique Caetano; SPINDLER, Giselle. Articulações entre gênero e raça/cor em situações de violência de gênero. Psicologia & Sociedade. São Paulo, SP. Vol. 26, n. 2 (maio/ago. 2014), p. 323-334., 2014.
  16. BONETTI, Alinne; ABREU, Maria Aparecida. Faces da desigualdade de gênero e raça no Brasil. IPEA, 2011.

 

 

GÊNERO E DIVERSIDADE

 

  1. PEREIRA, Maria Elisabete et al. Gênero e diversidade na escola: formação de professoras/es em Gênero, Sexualidade, Orientação Sexual e Relações Étnico-Raciais. Brasília/Rio de Janeiro: SPM/CEPESC, 2007.
  2. COSTA, Kátia Aline da. As representações, relações sociais e de gênero entre os jovens rurais dos assentamentos do estado de Mato Grosso do Sul. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
  3. DE FARIAS, Gislaine Duque. A prostituição feminina e suas representações sociais no município de Três Lagoas-MS nos anos de 1960. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
  4. MENEGAT, Alzira Salete. Retratos da vida de mulheres assentadas. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
  5. OLIVEIRA, Greciane Martins de; NOLASCO, Gabriel. “Eu tô viva” um diálogo sobre sexualidades, corpos e subjetividades a partir da (inter)ação com profissionais do sexo em Campo Grande/MS. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2017.
  6. SILVEIRA, Bruna Fernanda Santos; DUQUE, Tiago. “Depois a gente conversa sobre isso”: análise de um projeto desenvolvido no sistema prisional feminino de Corumbá-MS, Brasil. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2017.
  7. WITTIG, Monique. A categoria sexo. Difusão Herética, s/d.
  8. CASTELUCCIO, Mateus de Castro. O papel do Estado na Promoção da cidadania e direitos humanos LGBTT: a experiência do centro de referência em direitos humanos de combate à homofobia em Mato Grosso do Sul. Fazendo Gênero 9, agosto de 2010.
  9. RODRIGUES, Almira Correia de Caldas. Cidadania nas relações afetivo- sexuais no Brasil contemporâneo: uma questão de políticas públicas. Tese (Departamento de Sociologia), UnB, 1998.
  10. CFESS. Família é diversidade pelo direito de amar e conviver. Brasília, 29 de agosto de 2017.
  11. RICH, A. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Bagoas – Estudos gays: gêneros e sexualidades, v. 4, n. 05, 27 nov. 2012.
  12. Piscitelli, A. (2008). Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras. Sociedade E Cultura, 11(2).
  13. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicologia e diversidade sexual: desafios para uma sociedade de direitos / Conselho Federal de Psicologia. – Brasília: CFP, 2011.
  14. CARDOSO, Jussara. Sapatão bissexual, prazer! . Blogueiras feministas, publicado em 25 de setembro de 2017.
  15. RICARTE, Thays. Um pilar foi destruído: me apaixonei por uma mulher. Blogueiras feministas, publicado em 03 de outubro de 2014.
  16. SILVA, Matheus Nascimento. Uma análise da Lei Maria da Penha: aplicação às vítimas transexuais. Monografia (Curso de Direito), Universidade Federal de Juiz de Fora, 2014.

 

LEI MARIA DA PENHA   

 

  1. BARBOZA, Priscila da Silva. Uma leitura da Lei Maria da Penha a partir da teoria do reconhecimento de Fraser e Honneth. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
  2. COSTA, Alexandra Lopes da. A violência contra a mulher e a lei sob a ótica de homens condenados pela Maria da Penha. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
  3.  BATISTA, Daniela Conegatti. “Quem mandou tirar foto?”: sexting e o fenômeno da culpabilização de mulheres. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2017.
  4.  DOS SANTOS, Ebe Campinha; MEDEIROS, Luciene. Lei Maria da Penha: dez anos de conquista e muitos desafios. Relatos, análises e ações no enfrentamento da violência contra mulheres, Brasilia, DF: Technopolitik, 2017, p. 234-258.
  5. RODRIGUES, Luciano Lima; COELHO, Renata Pinto; LIMA, Raphael Rocha. A Contribuição da Lei 11.340/06 (lei Maria da Penha) para o combate da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Universidade de Fortaleza, Fortaleza, 2015.
  6. CAMPOS, Carmen Hein. Lei Maria da Penha: uma segunda virada paradigmática.Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress (Anais Eletrônicos),Florianópolis, 2017.
  7. CRUZ, Mário Lúcio Dias. A (in)efetividade das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Revista Pensar Direito, Vol. 8, No. 2, JUL/2017.
  8. OZORIO CERQUEIRA, Marina. A atuação do Ministério Público na Lei Maria da Penha: um estudo de casos de inquéritos policiais da 37ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro. Monografia (graduação em direito), Universidade Federal do Rio de janeiro, 2017.
  9. KELLER, Daniel Lacerda. A Lei Maria da Penha- das medidas protetivas e sua eficácia. Monografia (graduação em direito), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2016.
  10. CARNEIRO, Alessandra Acosta  and  FRAGA, Cristina Kologeski. A Lei Maria da Penha e a proteção legal à mulher vítima em São Borja no Rio Grande do Sul: da violência denunciada à violência silenciada. Serv. Soc. Soc. [online]. 2012, n.110.
  11. AZEVEDO, Rodrigo Ghringhelli; CRAIDY, Mariana; GUATTINI, Gabriela Lucas. A Lei Maria da Penha no Judiciário-análise da jurisprudência dos tribunais. Fazendo Gênero 9, 2010.
  12. VASCONCELLOS, Fernanda Bestetti. Punir, Proteger, Prevenir? A Lei Maria da Penha e as limitações da administração dos conflitos conjugais violentos através da utilização do Direito Penal. Tese (Programa de Pós-Graduação em ciências sociais), PUCRS, 2015.
  13. SANTOS, Cecilia MacDowell. Da delegacia da mulher à Lei Maria da Penha: Absorção/tradução de demandas feministas pelo Estado. Revista Crítica de Ciências Sociais, 89, 2010.
  14. SOUZA, Valéria Pinheiro. Violência doméstica e familiar contra a mulher- A Lei Maria da Penha: uma análise jurídica. Geledés, s/d.
  15. DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARÁ. Direitos da mulher vítima de violência doméstica e familiar. Cartilha, s/d.
  16. GOVERNO DO ESTADO DO ACRE. Cartilha “Conhecendo a Lei nº 11.340/06- Lei Maria da Penha”. Cartilha, maio de 2008.
  17. OBSERVE. Condições para aplicação da Lei 11.340/2006 nas DEAMS e nos Juizados de Violência Doméstica e Familiar nas capitais e no Distrito Federal. Relatório final, novembro de 2010.
  18. MACHADO, Isadora Vier. Da dor no corpo à dor na alma: uma leitura do conceito de violência psicológica da Lei Maria da Penha. Tese (Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas), Universidade Federal de Santa Catarina, 2013.
  19. SEVERI, Fabiana Cristina. Enfrentando à violência contra as mulheres e a domesticação da Lei Maria da Penha: elementos do projeto jurídico feminista no Brasil. Tese (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto) USP, 2017.
  20. RAMOS, Maria Eduarda. Histórias de “Mulheres”: A violência vivenciada singularmente e a Lei 11.340 como possível recurso jurídico. Dissertação (mestrado em psicologia), Universidade Federal de Santa Catarina, 2010.
  21. BARSTED, Leila Linhares. Lei Maria da Penha: Uma experiência bem-sucedida de Advocacy Feminista. s/d
  22. VIEIRA, Sinara Gumieri. Lei Maria da Penha e Gestão normalizadora da família: um estudo sobre violência doméstica judicializada no Distrito Federal entre 2006 e 2012.Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Direito), UnB, 2016.
  23. GUEDES, Daniella Maria Brito Azedo. Lei Maria da Penha e prática policial: vivências em uma delegacia de polícia especializada no município de Recife, PE. Dissertação (Programa de Mestrado em Direito), Universidade Católica de Pernambuco, 2018.
  24. SCARDUELLI, Márcia Cristiane Nunes. Lei Maria da Penha e violência conjugal: análise discursiva dos efeitos de sentidos nas instituições e nos sujeitos envolvidos. Tese (Doutorado em Ciências da Linguagem), Universidade do Sul de Santa Catarina, 2015.
  25. COIMBRA, José César; RICCIARDI, Ursula  e  LEVY, Lidia. Lei Maria da Penha, equipe multidisciplinar e medidas protetivas. Arq. bras. psicol. [online]. 2018, vol.70, n.2 [citado  2019-07-30], pp. 158-172.
  26. BRUNO, Cecilia Roxo. Lei Maria da Penha: Um estudo sobre os mecanismos de proteção à mulher em situação de violência. Monografia (curso de Direito), Universidade Federal Fluminense, 2016.
  27. FERNANDES, Gabriela Andrade. Memória e eficácia social da Lei Maria da Penha no município de Vitória da Conquista- Bahia. Tese (Programa de Pós-Graduação em Memória, Linguagem e Sociedade), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, 2017.
  28. COIMBRA, José César; RICCIARDI, Ursula  e  LEVY, Lidia. Lei Maria da Penha, equipe multidisciplinar e medidas protetivas. Arq. bras. psicol. [online]. 2018, vol.70, n.2 [citado  2019-07-30], pp. 158-172.
  29.  MADUREIRA, Alexandra Bittencourt. Representações sociais sobre violência conjugal por homens acusados no contexto da Lei Maria da Penha. Tese (Programa de Pós-Graduação em Enfermagem), Universidade Federal do Paraná, 2016.

 

MASCULINIDADES

 

  1. ABADE, Flávia; ROMANELLI, Geraldo. Paternidade e paternagem em famílias patrifocais. Estudos Feministas, v. 26, n. 2, p. 1-18, 2018.
  2. CONNELL, Robert W.; MESSERSCHMIDT, James W.; FERNANDES, Felipe Bruno Martins. Masculinidade hegemônica: repensando o conceitoEstudos feministas, p. 241-282, 2013.
  3. WELZER-LANG, Daniel. A construção do masculino: dominação das mulheres e homofobiaRevista Estudos Feministas, v. 9, n. 2, p. 460, 2001.
  4. LOPES, Paulo Victor Leite. Homens Autores de Violência Doméstica: relações de gênero, formas cotidianas de governo e processos de formação de Estado. Tese (Doutorado em Antropologia) –PPGAS/Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2016.
  5. RIBEIRO, Claúdia Regina Santos. Sexualidade, corpo e saúde masculinos: transformações e permanências nos discursos de homens e da revista Men’s Health. Tese (Doutorado). Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Área de concentração: Ciências Humanas e Saúde, 2011.
  6. SCHRAIBER, Lilia Blima et al. Homens, masculinidade e violência: estudo em serviços de atenção primária à saúde. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 15, p. 790-803, 2012.
  7. SILVA, Sergio Gomes da. A crise da masculinidade: uma crítica à identidade de gênero e à literatura masculinista. Psicol. cienc. prof.,  Brasília ,  v. 26, n. 1, p. 118-131, mar.  2006.
  8. JABLONSKI, Bernardo. A divisão de tarefas domésticas entre homens e mulheres no cotidiano do casamento. Psicol. cienc. prof.,  Brasília ,  v. 30, n. 2, p. 262-275, 2010.
  9. GAVENAS, Claudia. E quando o machismo vem da mulher?. Blogueiras Feministas, publicado em 22 de agosto de 2011.
  10. BORDIEU, Pierre. A dominação masculina.Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.
  11. CAMARA, Adriane Peixoto. Masculinidade heterossexual e pedofilização: apontamentos iniciais para um debate. Revista Artemis, vol. 06, junho 2007, pp. 49-57.
  12. SILVA, Margareth Martha Arilha. Masculinidades e Gênero: discursos sobre responsabilidade na reprodução. Dissertação (Mestrado em Psicologia), PUC-SP, 1999.
  13. Saffioti, H. I. B. (2009). Ontogênese e filogênese do gênero: ordem patriarcal de gênero e a violência masculina contra mulheres. Série Estudos/Ciências Sociais/FLASCO-Brasil.
  14. LYRA DA FONSECA, Jorge Luiz Cardoso. Paternidade adolescente: uma proposta de intervenção. São Paulo: s.n., 1997,182 p., Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
  15. SOUSA, Gaspar Alexandre Machado. Violência conjugal contra a mulher na perspectiva dos homens encarcerados por essa prática no complexo prisional de Aparecida de Goiânia-GO. Tese (Doutor em Sociologia), Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2017.

 

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

  1. BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2004, 104p.
  2. BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2008. 236 p.
  3. BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Norma Técnica de Uniformização Centros de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, 2006, 48 p.
  4. NOLASCO, Gabriel Luis Pereira; LOPES, Zaira de Andrade; MEIRELES, Iara Oliveira. A casa da mulher brasileira e a política de enfrentamento à violência de gênero: um estudo de representações sociais. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2017, ISSN 2179-510X.
  5. SEGATO, Rita Laura. Antropologia e direitos humanos: alteridade e ética no movimento de expansão dos direitos universais. Mana, v. 12, n. 1, p. 207-236, 2006.
  6. BRASIL. GOVERNO FEDERAL. Norma Técnica. Atenção Humanizada às Pessoas em Situação de Violência Sexual com Registro de Informações e Coleta de Vestígios. Ministério da Saúde, Ministério da Justiça, Secretaria de Políticas para as Mulheres. 1a ed. Brasília, 2015.
  7. DINIZ, Simone G. Violência contra a mulher: estratégias e respostas do movimento feminista no Brasil (1980-2005). Vinte e cinco anos de respostas brasileiras em violência contra a mulher: Alcances e Limites, p. 15-44, 2006.
  8. KISS, Ligia Bittencourt; SCHRAIBER, Lilia Blima; D’OLIVEIRA, Ana Flávia Pires Lucas. Possibilidades de uma rede intersetorial de atendimento a mulheres em situação de violência. Interface (Botucatu),  Botucatu ,  v. 11, n. 23, p. 485-501,  Dec.  2007.
  9. CASA DA MULHER BRASILEIRA. Espaço integrado e humanizado de atendimento às mulheres em situação de violência. Elaboração e distribuição:  Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República, Abril/2015.
  10. Secretaria Municipal de Políticas Para as Mulheres.Relatório de atividades secretaria municipal de políticas para as mulheres (2015-2016). Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS. .
  11. CASTELLUCCIO, Mateus de Castro. O papel do estado na promoção da cidadania e direitos humanos LGBTT: a experiência do centro de referência em direitos humanos de combate à homofobia em Mato Grosso Do Sul. Seminário Internacional Fazendo Gênero 9: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2010.
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Rede Municipal de Sites e Serviços On-line de Campo Grande MS

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