Parques Municipais

Parques:

O Parque Ecológico do Sóter, criado pela Lei N°. 4.091/2003, contempla uma área de 22 ha 8.652m2, é delimitado pela Rua Salsa Parrilha, Rua Tatuapará, Rua Herminia Grize, Rua Antônio Rahe, Rua Cristóvão Lechuga Luengo, Rua Jamil Basmage e Rua Rio Negro, foi implantado, administrado e consolidado com base nas seguintes finalidades:

I – recuperar, proteger e conservar a nascente do Córrego Sóter e seu entorno imediato, incluindo a fauna e flora associados;

II – criar condições e promover a educação e a interpretação ambiental em contato com a natureza; e,

III – qualificar espaços livres existentes para atender à demanda da população por locais de lazer, recreação e contemplação.

Em 22 de dezembro de 2006, o Parque Ecológico do Sóter passou a ser denominado de “Francisco Anselmo Gomes de Barros” – Lei Nº. 4.432/2006.

O Parque Ecológico Anhanduí foi criado por meio da Lei 3.762, de 19 de junho de 2000. Com aproximadamente 15 hectares, está localizado no prolongamento da Avenida Presidente Ernesto Geisel na confluência do Córrego Bandeira e o Rio Anhanduí. É considerada a primeira unidade urbana municipal de preservação de Campo Grande.

O Parque é constituído basicamente por vereda que se caracteriza pela vegetação como a palmeira arbórea Mauritia flexuosa (buriti) emergente, em meio a agrupamentos mais ou menos densos de espécies arbustivo-herbáceas sem formar dossel com solos hidromórficos (encharcado) que contém olhos d’água e nascentes, além de um pequeno lago com peixes.

As veredas exercem papel fundamental na distribuição dos rios e seus afluentes, na manutenção da fauna do Cerrado, funcionando como local de pouso para a fauna de aves, atuando como refúgio, abrigo, fonte de alimento e local de reprodução para a fauna terrestre e aquática. De acordo com o Novo Código Florestal o Parque Ecológico Anhanduí é uma APP – Área de Preservação Permanente.

Em sete de junho de 2007, foi inaugurada sua sede administrativa, contando com estrutura física dotada de duas salas, cozinha, banheiros e um teatro de arena. Em agosto de 2012 o Parque recebeu um auditório com capacidade para 50 pessoas e mais uma sala.

Em 2013 o Parque Ecológico Anhanduí passou por um processo de revitalização. Foi implantado o Centro de Educação Ambiental Anhanduí que desenvolve atividades educativas sócia – ecológicas, como educação ambiental local e itinerante, palestras, trilhas ecológicas contemplativas e plantio de mudas visando o desenvolvimento local sustentável.

Objetivos:

  • Promover a recuperação e a preservação da área de vereda, valorizando os aspectos físicos e biológicos desse ambiente;
  • Proteger os locais onde ocorra o aparecimento de água por afloramento do lençol freático (olho d’água, nascente);
  • Preservar os locais de alimentação, reprodução, pernoite e descanso da fauna do cerrado em geral;
  • Proteger as cabeceiras e margens dos córregos garantindo a conservação dos pontos onde ocorrem às recargas hídricas;
  • Desenvolver, por meio de estudos, métodos e técnicas de recuperação e preservação de áreas de veredas;
  • Possibilitar o desenvolvimento de atividades contemplativas monitoradas, tecnologias sociais e educação ambiental, além de permitir ações de caráter científico.

As visitas ao parque são monitoradas e podem ser agendadas pelo endereço eletrônico: pqanhandui@gmail.com ou pelo telefone (67) 3314-9560.

Público a que se destina:

  • Alunos e professores do Ensino Fundamental e Médio das Escolas Públicas, Privadas e Universidades;
  • Comunidade do entorno do CEA, empresas e população em geral;

 O CEA tem agenda permanente de visitas escolares, além de promover, realizar e sediar somente atividades e eventos ligados à questão ambiental.

Funcionamento:

De segunda a sexta-feira, das 7h e 30 min. às 11h e das 13h às 17h.

Contato:

Telefone: (67) 3314-9560

E-mail: pqanhandui@gmail.com

ACESSE O BLOG: www.ceaanhandui.blogspot.com

Endereço:

Av. Presidente Ernesto Geisel, s/n, Bairro Guanandi II

CEP: 79002-082 – Campo Grande – MS.

Parques Lineares:

São áreas de propriedade pública ou privada, ao longo dos corpos d’água, em toda a sua extensão ou não, que visam garantir a qualidade ambiental dos fundos de vale, podendo conter outras Unidades de Conservação dentro de sua área de abrangência.

Navegue abaixo pelas abas e informe-se sobre os Parques Lineares existentes.

O Parque Linear do Sóter, criados pela Lei N°. 4.091/2003, com área de 15ha 8.108m2, é delimitado pela Av. Mato Grosso, Av. Nelly Martins, Rua Salsa Parrilha, e Rua Rio Negro, implantado, administrado e consolidado com base nas seguintes finalidades:

I – acomodar satisfatoriamente o leito do curso d’água;

II – permitir o escoamento e a infiltração das águas pluviais; e,

III – manter viva a vegetação ciliar possibilitando a ciclagem de nutrientes, a manutenção de abrigos e alimento para a fauna e a conseqüente estabilização das margens do curso d‘água.

O Parque Linear do Lagoa está inserido no Projeto de Urbanização do Fundo Vale do Córrego Lagoa. O governo estadual é responsável pela construção de 4,5 quilômetros da via, entre a Duque de Caxias e a Rua Antônio Bandeira, na região do Jardim Leblon. Já o município executa a outra parte da avenida, de aproximadamente 5 quilômetros, entre a Rua Antônio Bandeira e o macroanel rodoviário, saída para Sidrolândia, região da Coophavilla II.

Toda a Região Urbana do Lagoa será beneficiada diretamente com o conjunto de obras. Na margem esquerda do córrego serão urbanizados os acessos aos residenciais Barra da Tijuca I, Barra de Tijuca II e Lagoa Park. Nas proximidades do macroanel rodoviário, está previsto a intervenção nos trechos das ruas Antônio Bandeira e Lúcia Martins Coelho, também na margem esquerda do Córrego.

No complexo Lagoa está sendo implantado pontes e a urbanização do fundo de vale do Lagoa – que consistem na implantação de redes de drenagem – na marginal direita do córrego, passando pelos seguintes trechos: entre a rua Antonio Bandeira e a avenida Conde de Boa Vista; no acesso ao Bairro Santa Emília; no acesso ao Portal Caiobá.

Com as intervenções, a região urbana do Córrego Lagoa vai ganhar mais um parque linear com vias pavimentadas e iluminadas, ciclovias e preservação do meio ambiente. A extinção de favelas e o saneamento integrado são destaques da iniciativa.

O Parque Linear do Lagoa começa na Avenida Duque de Caxias, nas proximidades da Base Aérea e chega até a rua Antônio Bandeira, no bairro Buriti, com 4,6 quilômetros de extensão. No trajeto estão sendo implantadas duas vias pavimentadas com mais de 12 metros de largura cada, além de ciclovia para a segurança dos ciclistas. Ao longo de toda a margem, foi tomado o cuidado de preservação das árvores nativas. Pelo projeto executivo, está sendo construído, ao longo do trajeto, três travessias (pontes) sobre o córrego Lagoa, cada uma com cerca de cinco metros de largura e 40 metros de comprimento.

Habitação

Além do complexo viário, o Projeto Lagoa contempla intervenções de melhoria habitacional, com desfavelização e regularização fundiária. Foi construído o residencial Aquarius, no bairro Santa Emília, com 102 unidades habitacionais, para reassentar famílias que estavam morando em situação de risco. No Portal Caiobá II, foram mais cem famílias beneficiadas. Mais de 400 famílias foram assistidas com regularização fundiária e o total de unidades habitacionais construídas superou 350.

Todas as ações do Projeto visam garantir e promover melhores condições de saúde e qualidade de vida proporcionando mais dignidade às pessoas que habitam na área de abrangência do Fundo do Vale do Córrego Lagoa. A área de intervenção desse projeto envolve diretamente mais de 1.040 famílias.

O Parque Linear do Imbirussu, localizado entre a Avenida Dom Antônio Barbosa – bairro José Abrão, Av. Duque de Caxias – no bairro Popular e contornado pela Avenida José Barbosa Rodrigues. Implantado, está sendo administrado e consolidado com base nas seguintes finalidades:

I – acomodar satisfatoriamente o leito do curso d´água;

II – permitir o escoamento e a infiltração das águas pluviais; e,

III – manter viva a vegetação ciliar possibilitando a ciclagem de nutrientes, a manutenção de abrigos e alimento para a fauna e a consequente estabilização das margens do curso d‘água.

A criação do Parque Linear do Imbirussu marca uma série de intervenções sociais, urbanísticas e ambientais em uma das áreas mais populosas de Campo Grande, que exigiram investimentos de mais de R$ 120 milhões. Foram quase sete anos de trabalhos, desde a construção de casas para retirada de famílias de áreas insalubres, instalação de equipamentos públicos como escolas e unidades de saúde, obras de infraestrutura como asfalto e saneamento básico e recuperação de áreas degradadas.

O Projeto compreendeu um conjunto de obras e ações destinadas à recuperação e revitalização da infraestrutura urbana e ambiental, por meio da construção de unidades habitacionais, de equipamentos comunitários, da implantação de parque linear, da melhoria do sistema viário, da recuperação do ecossistema e da implantação de áreas de lazer para a população. O projeto foi concebido como um programa de ações integradas visando enfrentar os principais obstáculos ao pleno desenvolvimento das funções urbanas no Município, que afetam a um só tempo a economia local e a qualidade de vida dos moradores.

As obras executadas envolveram a reestruturação do sistema viário, com a implantação de vias urbanas pavimentadas, pontes, calçadas e ciclovia e a implementação de redes de distribuição de água, rede coletora de esgotos sanitários, drenagem, energia elétrica e iluminação pública, proporcionando integração urbanística e mobilidade urbana para as áreas adjacentes, interligando as avenidas Duque de Caxias e Dom Antônio Barbosa, com a execução de pistas pavimentadas nas duas margens do córrego Imbirussu. Também foram construídos equipamentos sociais de educação, saúde e assistência social para atender a população da região.

Infraestrutura urbana implantada

  • 20 km de rede de drenagem,
  • 14,4 km de pavimentação asfáltica,
  • 8 pontes de concreto armado,
  • 7,8 km de ciclovia,
  • Horto Florestal Municipal com área de 22 hectares,
  • 7,8 km de Parque Linear,
  • Sistema de esgotamento sanitário,
  • 14,4 km de rede de iluminação pública.

Unidades habitacionais

Construção de 850 casas com área de 32,00 m² com o objetivo de promover o reassentamento das famílias que habitavam áreas de risco ao longo do Projeto.

Escola municipal

Construção da Escola Municipal Carlos Vilhalva Cristaldo, no Jardim Aeroporto, com 18 salas de aula destinadas ao ensino infantil e fundamental, resultando na ampliação de 130% no número de matrículas realizadas, passando de 613 alunos em 2008 para 1.409 em 2010.

Unidade Básica de Saúde da Família

A Unidade Básica da Saúde da Família – UBSF Dr. Herbeto Calado Rebelo foi inaugurada em dezembro de 2008, oferecendo uma melhor estrutura de atendimento para os moradores da região e bairros vizinhos. Com a construção houve ampliação de 450% no número de pessoas atendidas, passando de 2.000 pessoas em 2008 para 11.000 em 2010.

Centro de Educação Infantil

O Centro de Educação Infantil Felipe Safadi Alves Nogueira foi entregue em 2007, oferecendo apoio complementar à educação infantil, com atividades de creche e pré-escola, havendo um incremento de 137% de crianças atendidas.

Centro Comunitário – Destinado à convivência e capacitação profissional dos moradores da região, foi inaugurado em setembro de 2005 e localiza-se à rua Heitor Vieira de Almeida no bairro Jardim Aeroporto.

Pavimentação da linha de ônibus do Jardim Aeroporto

Obras de drenagem, terraplenagem e pavimentação de linha de ônibus, no Jardim Aeroporto, com extensão de 2,2 km, visando à melhoria do transporte coletivo na região, facilitando o acesso com a via principal.

Recuperação de áreas degradadas

O Projeto contemplou ações destinadas à recuperação do ecossistema e manutenção do equilíbrio ecológico da microbacia do córrego Imbirussu, com a implantação de um parque linear e eliminação de lançamentos de esgoto sanitário nos córregos Imbirussu e Serradinho, além da revitalização e ampliação do Horto Municipal.

Revitalização e ampliação do Horto Municipal

O Horto Municipal foi revitalizado e ampliado, passando a ocupar uma área de aproximadamente 22 hectares, proporcionando uma integração com o Parque Linear.

Ações desenvolvidas

Tratamento paisagístico, reforma do prédio existente para administração do Horto, implantação de trilhas internas e construção de viveiro para produção de mudas.

Implantação do Parque Linear

Recuperação, em aproximadamente 45 ha, ao longo dos cursos d’água e fundos de vale, de maneira a atender as funções de preservar a faixa de drenagem dos córregos e evitar novas ocupações nas áreas, além de oferecer à população local uma alternativa de lazer.

Ações sociais

A partir de novembro de 2008, a Prefeitura de Campo Grande passou a desenvolver um trabalho técnico social na região do Imbirussu, através do Projeto de Saneamento Integrado Vila Popular, com ampla participação da comunidade, através de plantões sociais em Unidades Básicas de Saúde da Família, visitas domiciliares e articulações com lideranças locais.

Os temas abordados nas campanhas educativas trataram sobre os temas: Educação Ambiental, Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos e Educação para o Trânsito – EPT, sensibilizando a comunidade sobre a importância da relação do saneamento com a saúde e qualidade de vida. Tais iniciativas promoveram novos comportamentos da população em relação ao meio ambiente, contribuindo com a melhoria da qualidade de vida da comunidade.

Centro de Educação Ambiental – CEA Imbirussu

O CEA Imbirussu, criado a partir da revitalização e adaptações do prédio onde funcionou a Escola Municipal Carlos Cristaldo, adjacente à área do Horto Florestal, área rica em vegetação, que abriga também um dos viveiros de produção de mudas para a arborização urbana de Campo Grande. A inserção do CEA Imbirussu em área com grande diversidade de espécies se constitui em importante acervo para estudos e visitação.

Inserido no Parque Linear do Imbirussu, entre a rua Itapiranga e Av. Duque de Caxias, no bairro Popular o acesso é feito pela Avenida José Barbosa Rodrigues, contemplando uma área de vegetação de 220.000 m2, denominada de Horto Florestal e um espaço edificado de m2. Contará com:

  • dministração (salas, copa, sanitários);
  • laboratório (Biologia e águas);
  • espaço de oficinas;
  • área de convivência;
  • orquidário;
  • auditório (100 lugares);
  • trilhas para visitas monitoradas;
  • biblioteca (sala verde);
  • sala de arte (dança, teatro e práticas esportivas);
  • telecentro (inclusão digital – informática).

A criação do CEA do Imbirussu se constituirá em um espaço específico para a prática e saberes da educação ambiental, contribuindo para a promoção de atitudes e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental.

A região do córrego Segredo, localizada ao norte de Campo Grande, foi contemplada com a urbanização e recuperação de fundo de vale, com 6,5 quilômetros de vias asfaltadas, drenagem de águas pluviais e a construção de um parque linear. As obras do Complexo Segredo comtemplaram a intervenção no córrego e áreas adjacentes, com a realização de drenagem e pavimentação asfáltica, construção de ciclovias, pistas de caminhada e o Parque Linear do Segrego, além da recuperação das áreas degradadas.

O prolongamento da Avenida Norte-Sul a partir da Avenida Mascarenhas de Moraes possui uma extensão de aproximadamente 4.500 metros, beneficiando 21 comunidades e contribuindo par melhorar a qualidade de vida dos campo-grandenses. O projeto contemplou a ligação da Avenida Mascarenhas de Moraes até o residencial Estrela do Sul e também a pavimentação asfáltica dos bairros próximos ao Córrego Segredo (Jardim Seminário, São Benedito, Otávio Pécora, Estrela do Sul e Coronel Antonino).

No córrego Segredo foram construídas foram construídas quatro pontes e três barragens para conter as enchentes e diminuir a velocidade das águas pluviais que chegam ao rio Anhandui. Toda a região foi contemplada com um parque linear de aproximadamente 35 hectares, viveiro de mudas, centro de reciclagem e quadra esportivas.

O Parque Linear do Segredo se estende ao longo de 4,5 km às margens do córrego Segredo com 38,1 hectares preservados.

  • Recomposição da mata ciliar e proteção vegetal do parque: plantio de 4.500 mudas de árvores e de 137.580 m² de gramíneas
  • Implantação de ciclovia pavimentada (extensão de 4.500 metros);
  • Construção de ciclovias, pistas de caminhada e parques lineares, além da recuperação de regiões degradadas.

Em 4 de janeiro de 2010, o Parque Linear do Segredo passou a ser denominado “Presidente Jânio Quadros” – Lei n. 4.802/2009.

O Parque Linear do Cabaça concebido entre a as ruas Spipe Calarge e Limeira (fundos do Supermercado Atacadão, na Avenida Costa e Silva) tendo como extensão aproximadamente 1500 metros, abrangendo área estimada em 12,4 hectares.

As obras do complexo Cabaça contemplou intervenção no córrego das Cabaças e áreas adjacentes, com a realização de drenagem e pavimentação asfáltica, construção de ciclovias, pistas de caminhada e o parque linear, além da recuperação de áreas degradadas.

O Complexo Cabaça, inclui a continuação da Via Morena e o Parque Linear, com cerca de três quilômetros e, em todo o percurso, está sendo implantado sistema de drenagem de águas pluviais.

A implantação do parque vai garantir ainda a preservação ambiental das áreas verdes e a recuperação do córrego das Cabaças.