DIREITOS VIOLADOS

COORDENADORIA DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS VIOLADOS

Coordenador: Marcos Ribeiro dos Anjos

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Tem como prioridade prestar orientações e encaminhamentos á pessoa em situação de vulnerabilidade, acompanhando e monitorando os casos atendidos, possibilitando a construção de um banco de dados.

O trabalho é realizado em parceria com órgãos da administração pública, conselhos, comitês, movimentos sociais, entidades públicas e privadas.

 


Aplicativo de denúncias de violação de direitos humanos já está disponível

                                                                       (Banco de imagens/Internet)

 

Os donos de celulares com sistema operacional Android já podem baixar, na loja Google Play, o aplicativo Direitos Humanos BR. Em breve, também estará disponível em breve para celulares com o sistema iOS.

O app é a nova plataforma digital do Disque 100 e Ligue 180 para receber denúncias, solicitações e pedidos de informação sobre temas relacionados aos direitos humanos e família.

O lançamento do novo aplicativo tem como objetivo enfrentar um dos fenômenos observados em outros países que também passam por período de confinamento: o aumento da violência doméstica.

Com agressores e vítimas sob o mesmo teto 24h por dia, a busca por canais de denúncia via telefone tende a diminuir, uma vez que a pessoa agredida não consegue pedir ajuda reservadamente.

Para a ministra Damares Alves, trazer para o mundo digital os serviços do Disque 100 e do Ligue 180 é um passo fundamental para combater a violência doméstica.

“Todos nós estamos trabalhando incansavelmente e buscando soluções diante dos novos desafios. Com essas medidas, queremos ampliar a rede de acolhimento e proteção dos direitos humanos para garantir a efetividade das políticas públicas”, disse a ministra.

“Além da própria vítima, será fundamental a participação dos vizinhos e de toda a sociedade nesse momento, para que denunciem as situações de violência. Tanto no site, quanto no aplicativo, será possível enviar fotos, vídeos e documentos que comprovem a situação de violência”, explicou o ouvidor nacional de direitos humanos, Fernando Pereira.

Pereira também destacou que, em uma segunda versão, que será disponibilizada em breve, serão adicionadas funcionalidades para pessoas com deficiência e analfabetos.

Como usar o aplicativo

Batizado de Direitos Humanos BR, o aplicativo apresenta um passo a passo completo para que o denunciante registre a reclamação de maneira prática e segura.

Após fazer um breve cadastro, o denunciante pode registrar violências contra mulheres, crianças ou adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e outros grupos sociais. Há também a opção de anexar arquivos, como fotos e vídeos.

 

 

 

 

ÚLTIMOS EVENTOS 

DIREITOS HUMANOS MUNICIPAL SEGUE COM PROGRAMAS E AÇÕES PARA PREVENÇÃO AO SUICÍDIO

A Prefeitura de Campo Grande através da Secretaria de Governo e Relações Institucionais da Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos da Coordenadoria Geral de Ações de Defesa dos Direitos Violados realizou 89 palestras, atingindo diretamente 5.000 (cinco mil pessoas) durante o ano de 2019.

Esse foi o resultado do sucesso das ações promovidas por intermédio do ‘’Programa Viver a Vida’’ que tem como palestrante Marco Antônio de Moraes, que leva a mensagem sobre a prevenção ao suicídio, e fortalecimento de vínculos familiares para empresas privadas, órgãos do poder público, instituições, escolas e população.

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De acordo com o Advogado e Coordenador para direitos violados Marcos Ribeiro dos Anjos, o programa viver a vida é formado por uma equipe multidisciplinar de esclarecimento e prevenção ao suicídio, e tem como objetivo conscientizar sobre os agravos da saúde mental e prevenção. ‘’o programa objetiva o acesso, realizando as palestras e tendo assim um contato mais próximo com a população’’ diz o Coordenador.

As ações e palestras se estendem por todo o ano, não somente no setembro amarelo, levando à população informações de grande valia, já que esse tema tem grande importância nos dias atuais, contribuindo para a diminuição desta forma de mortalidade na nossa capital.

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Para o Subsecretario de Defesa dos Direitos Humanos Junior Coringa, o desafio central é aumentar o conhecimento do fenômeno por parte de profissionais de saúde, da comunidade escolar, dos serviços sociais e dos cidadãos em geral, ‘’ estamos trabalhando para que todos em conjunto possam ter um papel na prevenção ao suicídio. Só assim será possível identificar quem está em risco e encaminhar as pessoas para os serviços de saúde de modo a receberem tratamento eficaz’’, diz o Subsecretario.

Com a prioridade de prestar orientações e encaminhamentos à pessoa em situação de vulnerabilidade, acompanhando e monitorando os casos atendidos, possibilitando a construção de um banco de dados, a Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos através da Prefeitura de Campo Grande continuará trabalhando para que esta questão seja erradicada da nossa capital.

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Já para o palestrante Marco Antônio de Moraes, depois de todas as ações realizadas no Setembro Amarelo continuamos com a mesma sensação da necessidade de relacionamento, principalmente entre pais e filhos,‘’ Os pais nos falam que realmente precisam mudar, criar mais tempo para ficar com seus filhos e as crianças continuam reclamando da ausência e mais atenção por parte de seus pais. Chegamos na verdade a conclusão que conseguiríamos diminuir e muito diversos casos, caso as famílias passassem a se relacionar mais intimamente. Tivemos o privilégio de estar em vários lugares e situações diferentes e devemos continuar nos próximos meses do ano. Essa é uma ação que não deve ficar só no mês de setembro mas é para todas as horas”, pontuou  Marco Antônio.

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Mais informações e agendamentos de palestras podem ser obtidas diretamente na Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos, localizada na Rua Barão do Rio Branco, 2260, centro da Capital ou ainda pelo telefone, (67) 2020-1181.

PREFEITURA FORTALECE AÇÕES DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO

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A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos, via Coordenadoria dos Direitos Humanos Violados e Programa Valorização da Vida, vem realizando palestras, rodas de conversa e campanhas informativas de prevenção ao suicídio.

Ao longo de 2018, foram visitados 37 locais, entre CRAS, CCI, Projetos Sociais para Jovens, Escolas, Centros Comunitários e Instituições Religiosas, atingindo os mais diversos públicos,  entre crianças, adolescentes, jovens e adultos. Ao todo, só em 2018, foram 2635 pessoas que participaram de algum tipo da ação do Programa, com 115 atendimentos diretos e mais de 15 mil pessoas que tiveram acesso às campanhas publicadas na página oficial da Subsecretaria.

Para 2019, a equipe, que conta com profissionais qualificados (Assistente Social, Psicólogo, Advogado, Pedagogo e Educador Social, e também o Palestrante e Coordenador do Projeto Valorização da Vida, Marco Antônio de Moraes), já tem um planejamento estratégico elaborado, que visa atender o triplo de público, intensificando as ações e possibilitando a redução dos agravos da Saúde Mental e seus riscos, quebrando tabus e formando agentes multiplicadores fomentando assim uma cultura de prevenção ao suicídio.

Para o Subsecretario Wellington Kester, a “execução de agendas positivas que levam à informação, à sensibilização e que desta forma promovam a prevenção ao suicídio são fundamentais no processo de promoção, defesa e garantia dos Direitos Humanos, principalmente na defesa do direito primordial à vida”.

Estatísticas

Atualmente, o suicídio no Brasil é encarado como um problema de saúde pública, vivendo, ainda, a situação de tabu. Os números oficiais, segundo a Campanha Setembro Amarelo, indicam que 32 brasileiros cometem suicídio por dia. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), mais de 800 mil pessoas no mundo tiram a própria por ano e já é a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

No Brasil, já é a 4a maior causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos. No Mato Grosso do Sul, estamos entre o 2° e 3° Estado com maior índice de suicídios. Já segundo NPV (Núcleo de Prevenção a Violência), em Campo Grande/MS, o índice é de aproximadamente 65 tentativas ao mês.

Agendamentos de Ações

Poderão ser feitos na Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos – Rua Barão do Rio Branco, n° 2260, ou através da Coordenadoria dos Direitos Violados, pelo telefone: (67) 3314-3277, no horário de atendimento das 7h30 as 11h00 e das 13h00 as 17h30.


Palestra na Associação Beneficente de Campo Grande

A Prefeitura de Campo Grande através da Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos, na pessoa do Coordenador de Defesa dos Direitos Humanos Violados Marcos Ribeiro dos Anjos, do Coordenador do Programa Valorização da Vida Marco Antônio de Moraes, a da assistente social Kelly Pepicon estiveram nessa segunda-feira firmando parceria junto a Associação Beneficente de Campo Grande, com o objetivo de melhorar o atendimento aos colaboradores da ABCG, através de palestras sobre valorização da vida e prevenção ao suicídio, além de temas diversos sobre direitos violados.

Para além a equipe prestará orientações sobre o que é ou não práticas de assédio moral no trabalho, e outros tipos de violência.

De acordo com o Coordenador e advogado Marcos, estas ações irão promover o acesso a informações, conscientizar e prevenir possíveis violações de Direitos Humanos. ‘’ Não podemos admitir o assédio moral, sexual ou qualquer outro tipo de coação ou pressão contra o trabalhador’’ enfatiza.
Assédio moral se encontra no Artigo 146 CP, e na Lei nº 8.112.

 

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